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Paginando…

Raio-X de outros órgãos da banca Fundep

O que as provas anteriores de outros órgãos da banca Fundep cobraram, item a item do edital. Amostra: 150 de 150 questões; 4 provas, 2024 a 2024.

Não é a mesma conta do mapa do edital. A incidência (no mapa e em “O que cai” de cada capítulo) conta as questões da banca sobre o assunto, em provas de qualquer cargo. O raio-x conta só as 4 provas da amostra: “caiu em N de M provas” quer dizer que o assunto apareceu em N das M provas em que a matéria consta na amostra.

Questões lidas por matéria

Quantas questões de cada matéria a amostra leu, somadas as provas.

MatériaLidas nas provas
Língua Portuguesa50
Matemática e Raciocínio Lógico20
Específicos44
Legislação6
Conhecimentos Gerais10

O que cai sempre

Assuntos que apareceram em todas as provas em que a matéria consta na amostra (mínimo de 4 provas).

Nenhum assunto caiu em todas as provas da amostra.

O que nunca caiu

Constam do edital, mas nenhuma questão lida cobrou o assunto. “Nunca caiu” não é “dispensável”: conteúdo transversal (como as operações de Matemática) é usado em quase toda questão.

  • Língua Portuguesa: Concordância verbal e nominal.
  • Legislação: Estrutura Orgânica do Poder Executivo do Município de Conceição do Mato…; Leis orçamentárias do Município de Conceição do Mato Dentro. Plano…
  • Matemática e Raciocínio Lógico: Números e Operações; Geometria Analítica; Lógica Proposicional; Sequências e Padrões; Orientação Espacial e Temporal.

O que mudou na última prova (2024)

A prova de 2024 teve 35 questões.

Uma única prova é uma observação, não uma tendência: o que ficou de fora em 2024 pode voltar.

O que esta amostra não mostra

A amostra contém provas de OUTROS órgãos da banca Fundep; não é previsão da prova atual. Os totais por prova contam só as questões que conseguimos ler e classificar, não o total oficial de cada prova. Amostra pequena e cobertura desigual limitam a comparação: use o raio-x para priorizar, não para deixar assunto de fora. Legislação municipal de outra cidade informa somente o tema cobrado; não identifica nem recomenda lei do município da apostila.

Cada questão conta uma vez, no assunto que a resposta correta testa: um assunto citado de passagem em outra questão não entra na conta, e “só caiu na última prova” quer dizer que nas anteriores nenhuma questão o tinha como tema principal.

Matéria 05

Conhecimentos Específicos – Professor da Educação Básica I

O que o edital pede nesta matéria

  1. 1Avaliação educacional.174 questões da banca, 2021–2026 · cap. 12
  2. 2Base Nacional Comum Curricular.302 questões da banca, 2020–2026 · cap. 12
  3. 3Currículo e formação de competências.579 questões da banca, 2021–2026 · cap. 12
  4. 4Educação inclusiva, diversidade e direito a aprendizagem.766 questões da banca, 2020–2026 · cap. 12
  5. 5Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).333 questões da banca, 2020–2026 · cap. 13
  6. 6Gestão escolar democrática e participativa, as relações internas e com a comunidade escolar: Inteiração Escola-Família.152 questões da banca, 2021–2026 · cap. 13
  7. 7Organização da educação brasileira: documentos normativo-legais.366 questões da banca, 2020–2026 · cap. 13
  8. 8Política Nacional de Busca Ativa das Crianças e Jovens.3 questões da banca, 2026 · cap. 14
  9. 9Programa Novo Mais Educação.10 questões da banca, 2020–2026 · cap. 14
  10. 10Uso das tecnologias da informação e comunicação e mediação pedagógica.277 questões da banca, 2021–2026 · cap. 14

Conhecimentos Específicos – Professor da Educação Básica I · Capítulo 12

Avaliação educacionalBase Nacional Comum CurricularCurrículo e formação de competênciasEducação inclusiva, diversidade e direito à aprendizagem

Itens do edital:

  • 1. Avaliação educacional.
  • 2. Base Nacional Comum Curricular.
  • 3. Currículo e formação de competências.
  • 4. Educação inclusiva, diversidade e direito a aprendizagem.

12.1 Pré-teste

Responda antes de ler a teoria. O gabarito está no fim do capítulo.

P1inédita
Em uma turma do 2º ano, a professora percebe que vários alunos identificam letras, mas ainda não conseguem relacioná-las aos sons em palavras novas. Como usar a avaliação para orientar o trabalho seguinte?

  1. A)Manter o planejamento sem alterações e aguardar a avaliação final para verificar se a turma avançou.
  1. B)Aplicar uma prova com nota e usar o resultado principalmente para ordenar os alunos por desempenho.
  2. C)Comparar os alunos entre si e concentrar as próximas atividades nos que obtiveram os melhores resultados.
  3. D)Registrar a dificuldade e retomar as relações entre letras e sons com atividades adequadas às hipóteses observadas.

P2inédita

Uma equipe escolar planeja uma sequência sobre consumo de água. Qual proposta se aproxima da noção de competência adotada pela BNCC?

  1. A)Mobilizar conhecimentos, habilidades e atitudes para analisar o consumo local e propor ações justificadas.
  2. B)Repetir procedimentos de cálculo apresentados pelo professor sem discutir os dados obtidos.
  3. C)Selecionar informações de um texto e copiá-las em um cartaz sem relacioná-las a uma situação concreta.
  4. D)Memorizar definições e reproduzir uma lista de termos técnicos em uma atividade individual.

P3inédita

Em uma atividade de ciências, uma estudante com baixa visão não consegue ler as fichas impressas usadas pela turma. Qual resposta pedagógica favorece seu direito de participar e aprender?

  1. A)Pedir que um colega responda por ela, mantendo para a estudante apenas a observação do trabalho.
  2. B)Disponibilizar as informações em formato acessível e preservar os objetivos de aprendizagem da investigação.
  3. C)Dispensá-la da atividade e oferecer uma tarefa mais simples para realizar enquanto a turma investiga.
  4. D)Manter as fichas no formato original e avaliar a estudante por uma atividade separada ao final.

12.2 O que cai

  • 1. Avaliação educacional: 174 questões da banca, 2021–2026
  • 2. Base Nacional Comum Curricular: 302 questões da banca, 2020–2026
  • 3. Currículo e formação de competências: 579 questões da banca, 2021–2026
  • 4. Educação inclusiva, diversidade e direito a aprendizagem: 766 questões da banca, 2020–2026

12.3 Teoria

Avaliação, BNCC, currículo e inclusão aparecem na prova como situações de sala de aula e como conceitos de autores. Entenda a ideia por trás de cada termo para reconhecê-la com palavras diferentes.

12.3.1 Avaliação educacional

Avaliar é coletar informações para decidir. Para Luckesi, a escola reduziu o ato de avaliar a classificar o aluno num padrão fixo, quando sua função própria é diagnosticar, para tomar uma nova decisão e promover o crescimento. O exame é pontual e classificatório; a avaliação é processo.

No Ensino Fundamental e no Médio, a LDB manda priorizar a avaliação contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais (art. 24, V).

Na Educação Infantil, a regra é outra: a avaliação se faz mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento da criança, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao Ensino Fundamental (art. 31, I).

FunçãoQuandoPara quê
Diagnósticaantes e durantedescobrir o que o aluno já sabe e onde trava
Formativaduranteregular a aprendizagem e ajustar o ensino
Somativaao finalverificar o que foi alcançado

Concepções que a banca cobra:

  • Mediadora (Hoffmann): o professor acompanha, reflete sobre as respostas e dialoga com o aluno.
  • Dialógica (Paulo Freire): construção conjunta da compreensão do percurso formativo, com base na problematização crítica. Ela não abandona critérios nem instrumentos, e não confia só na "evolução natural".
  • Emancipatória (Saul): a avaliação serve à transformação social, não à conservação do que existe.

Retroalimentação (feedback). O próprio andamento das ações serve de referência para ajustes contínuos. O registro contínuo do processo de aprendizagem, usado para modificar estratégias, é o exemplo típico. Avaliar só ao fim do ciclo, ou devolver nota depois que o conteúdo acabou, não regula nada.

Use vários instrumentos (observação, portfólio, autoavaliação, provas, trabalhos), pois cada um mostra um aspecto da aprendizagem.

Esquema

Concepções de avaliação

Avaliação como processo

  • Mediadora (Hoffmann)

    Acompanha, reflete e dialoga com o aluno

  • Dialógica (Paulo Freire)

    Constrói o percurso junto, com problematização crítica

  • Emancipatória (Saul)

    Serve à transformação social, não à conservação

12.3.2 Base Nacional Comum Curricular

A BNCC é o documento normativo que define as aprendizagens essenciais de todos os alunos da Educação Básica. A Resolução CNE/CP nº 2/2017 a instituiu para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental. Ela é referência nacional para os currículos; não é o currículo.

Competência é mobilizar conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver demandas da vida cotidiana, da cidadania e do trabalho. São 10 competências gerais: Conhecimento; Pensamento científico, crítico e criativo; Repertório cultural; Comunicação; Cultura digital; Trabalho e projeto de vida; Argumentação; Autoconhecimento e autocuidado; Empatia e cooperação; Responsabilidade e cidadania.

Educação Infantil. Seis direitos de aprendizagem: conviver, brincar, participar, explorar, expressar-se e conhecer-se. Cinco campos de experiência:

  1. O eu, o outro e o nós.
  2. Corpo, gestos e movimentos.
  3. Traços, sons, cores e formas.
  4. Escuta, fala, pensamento e imaginação.
  5. Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.

Ensino Fundamental. Cinco áreas: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Ensino Religioso.

Alfabetização. Nos dois primeiros anos do Ensino Fundamental, o foco é alfabetizar. A BNCC combina duas linhas: a centralidade do texto, com as práticas sociais de leitura e escrita, e a reflexão sobre o sistema de escrita alfabética (relação entre sons e letras). Não é uma coisa ou outra.

Ensino Religioso. A matrícula é facultativa (CF, art. 210, §1º). A LDB (art. 33) assegura o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil e veda quaisquer formas de proselitismo; o STF, na ADI 4439 (2017), admitiu o modelo confessional nas escolas públicas, mantida a matrícula facultativa; a BNCC trata o componente por conhecimentos religiosos, sem privilégio de crença. Trata dos conhecimentos religiosos e culturais, a partir das manifestações ligadas à realidade dos estudantes.

Esquema

Campos de experiência da Educação Infantil

Campos de experiência

  • O eu, o outro e o nós

  • Corpo, gestos e movimentos

  • Traços, sons, cores e formas

  • Escuta, fala, pensamento e imaginação

  • Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações

Exercício comentado

Como a banca cobrouoficial · SEDUC PI 25 PROFESSOR 2025

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o ensino de artes deve ser compreendido como

  1. A)espaço para o desenvolvimento de empatia, criatividade e criticidade diante do mundo.
  2. B)ensino de desenhos, pinturas e outras linguagens a fim de preparar o estudante para provas de larga escala.
  3. C)estímulo para o conhecimento e a reprodução de formas artísticas já existentes.
  4. D)vivências artísticas limitadas ao domínio de determinados códigos e técnicas.
  5. E)processo de aprendizagem voltado para a compreensão dos movimentos artísticos e suas manifestações culturais.

Resposta: A

Conceito: Na BNCC, Arte promove experiências de criação, expressão, sensibilidade, reflexão e participação crítica na vida cultural.

Raciocínio: A alternativa A apresenta Arte como espaço de desenvolvimento de empatia, criatividade e criticidade diante do mundo, em consonância com uma aprendizagem artística que amplia a expressão e a leitura crítica. É o gabarito oficial.

Pegadinha: Conhecer técnicas e movimentos é relevante, mas não esgota a aprendizagem em Arte nem a transforma em treino para avaliação externa.

Base: BNCC, componente curricular Arte: dimensões do conhecimento artístico e competências específicas que envolvem criação, expressão, crítica e participação cultural.

12.3.3 Currículo e formação de competências

Currículo é o conjunto de experiências de aprendizagem que a escola organiza: o que se ensina, como, quando e para quê. Há o currículo formal (o documento), o real (o que acontece na sala) e o oculto (valores e regras não declarados que a escola também transmite).

BNCC e currículo. A BNCC é a referência nacional. Redes e escolas elaboram currículos e propostas pedagógicas que a contextualizam à realidade local. A LDB prevê uma base nacional comum complementada por uma parte diversificada. Logo, o currículo local acrescenta, mas não contraria o que a Base garante a todos.

Formação de competências. O foco muda de "o que se ensina" para "o que o aluno deve saber e saber fazer". A BNCC afirma o compromisso com a educação integral, que considera as dimensões intelectual, física, afetiva, social, ética, moral e simbólica.

O planejamento por competências segue um ciclo:

  1. Partir dos objetivos de aprendizagem e das habilidades.
  2. Escolher estratégias (projetos, resolução de problemas, investigação).
  3. Registrar o que o aluno faz.
  4. Usar o registro para ajustar as estratégias, a retroalimentação.

Observe a ligação com as competências gerais. Quando a turma formula hipóteses, testa e analisa resultados, mobiliza o pensamento científico, crítico e criativo. Quando debate com argumentos baseados em fatos, mobiliza a argumentação. A prática do professor aparece na prova como uma situação a ser relacionada à competência certa.

A interdisciplinaridade integra componentes em torno de problemas reais e é coerente com esse currículo, que não se resume a listar conteúdos.

12.3.4 Educação inclusiva, diversidade e direito à aprendizagem

A Lei Brasileira de Inclusão assegura à pessoa com deficiência sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo da vida (art.

27). Cabe ao poder público, entre outras medidas (art. 28): projeto pedagógico que institucionalize o atendimento educacional especializado (AEE) e as adaptações razoáveis (inciso III); educação bilíngue, com Libras como primeira língua e português escrito como segunda (inciso IV); formação de professores de AEE, tradutores e intérpretes de Libras e profissionais de apoio (inciso XI). As escolas privadas também cumprem várias dessas regras e não podem cobrar valor adicional (art. 28, §1º).

Papéis na escola.

QuemO que faz
Professor da classe comumministra o currículo comum a todos, com acessibilidade curricular e adaptações razoáveis
Professor do AEEatua em articulação com o cotidiano da escola, elimina barreiras e promove autonomia; complementa ou suplementa, não substitui o ensino regular

Norma atual do AEE. O Decreto nº 7.611/2011 foi revogado pelo Decreto nº 12.686, de 20/10/2025 (art. 23), que instituiu a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva. Pelo novo decreto, o AEE é atividade pedagógica complementar à escolarização de pessoas com deficiência e com TEA e suplementar à de pessoas com altas habilidades ou superdotação (art. 5º), nunca substitutiva. O estudo de caso fundamenta o Plano de AEE (PAEE) e o Plano Educacional Individualizado (PEI), documentos obrigatórios e individualizados (arts. 11, §2º, e 12, na redação do Decreto nº 12.773/2025), e a oferta do AEE não depende de laudo ou diagnóstico (art. 11, §7º). Provas anteriores a 2025 ainda falam em Decreto 7.611; leia o enunciado e a data.

Regra da rede, não da União. Editais e provas locais podem trazer atribuições próprias. Exemplo: em Salvador, o professor da classe comum aplica as adaptações razoáveis previstas no plano individualizado da rede e não propõe percurso curricular reduzido. Isso é regra daquela rede; a norma federal não detalha assim.

DUA. O Desenho Universal para a Aprendizagem planeja a aula para todos desde o início, oferecendo múltiplos meios de representação, de expressão e de engajamento. Na Educação Infantil, aparece em brincadeiras, interações e exploração multissensorial.

Atenção Precoce. A Lei nº 14.880/2024 alterou o Marco Legal da Primeira Infância para instituir a Política Nacional de Atendimento Educacional Especializado a Crianças de Zero a Três Anos (Atenção Precoce). É um trabalho intersetorial (saúde, assistência social e educação) com crianças de 0 a 3 anos que têm atrasos no desenvolvimento ou risco de tê-los.

Diversidade. O currículo inclui a história e a cultura afro-brasileira, africana e indígena (Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008). O direito à aprendizagem se garante com equidade: oferecer a cada estudante o que ele precisa para aprender.

Pegadinha da banca

Avaliar não é só classificar

Alternativas que mantêm a classificação como objetivo central, que tratam a avaliação como momento pontual ou que a descrevem como neutra contrariam o diagnóstico para o crescimento e a avaliação contínua e cumulativa da LDB.

Pegadinha da banca

A BNCC não é o currículo

A banca troca "referência nacional" por "currículo pronto". A Base orienta; redes e escolas elaboram currículos e propostas pedagógicas contextualizados.

Para memorizar

Seis direitos na Educação Infantil

Conviver, Brincar, Participar, Explorar, Expressar-se, Conhecer-se. Frase de apoio: "Cada Brincadeira Provoca Encantamento, Exploração e Criação", cujas iniciais seguem a ordem dos seis direitos.

Atenção

Ensino Religioso: matrícula facultativa

A matrícula é facultativa (CF, art. 210, §1º). O proselitismo é vedado (LDB, art. 33). Atenção: o STF (ADI 4439) validou também o ensino confessional. A alternativa que priorize o grupo religioso majoritário ou ensine só sobre instituições está errada.

12.4 Exemplo resolvido

Em uma aula de Ciências, a professora pede que os alunos formulem hipóteses sobre por que o gelo derrete mais rápido em certas superfícies, testem essas hipóteses em grupo e discutam os resultados. Essa prática mobiliza de modo mais direto qual competência geral da BNCC? A) Cultura digital. B) Pensamento científico, crítico e criativo. C) Trabalho e projeto de vida. D) Empatia e cooperação.

  1. Identifique o verbo da prática: formular hipóteses, testar e analisar resultados são ações de investigação.
  2. Lembre da competência geral que trata de investigar, refletir, analisar criticamente e elaborar e testar hipóteses: o pensamento científico, crítico e criativo.
  3. Descarte A: não há uso de tecnologias digitais na situação.
  4. Descarte C e D: o enunciado não fala de planos de vida nem de convivência; o trabalho em grupo é meio, não o foco da prática.

Resposta: B

12.5 Fixação

Questões inéditas, no estilo da banca.

F1inédita

Uma rede municipal organiza o currículo de leitura e escrita. Qual encaminhamento concilia a referência nacional com as características da comunidade escolar?

  1. A)Aplicar uma sequência idêntica em todas as escolas e impedir contextualizações feitas pelos professores.
  2. B)Tratar a BNCC como um roteiro diário completo e dispensar decisões curriculares da rede e da escola.
  3. C)Articular aprendizagens essenciais comuns a escolhas contextualizadas que considerem os estudantes e a realidade local.
  4. D)Substituir os objetivos comuns por temas definidos isoladamente por cada turma, sem referência ao currículo da rede.

F2inédita

Durante uma sequência didática, o professor recolhe produções dos alunos, analisa os erros mais frequentes e percebe que uma explicação não foi compreendida. Qual decisão expressa avaliação formativa?

  1. A)Retomar o ponto não compreendido com outra estratégia e observar novas evidências de aprendizagem.
  2. B)Conservar o plano original, pois alterar atividades durante a sequência compromete a validade do ensino.
  3. C)Somar os erros à nota da etapa e encerrar o conteúdo para iniciar o próximo tema previsto.
  4. D)Comparar as produções e direcionar o apoio somente aos alunos com resultados abaixo da média da turma.

F3inédita
Em uma unidade sobre o bairro, os estudantes entrevistam moradores, organizam dados, produzem mapas e apresentam propostas de melhoria. Que aspecto torna essa organização coerente com um currículo orientado por competências?

  1. A)A sequência integra conhecimentos e habilidades em uma situação que exige análise e produção de respostas.
  1. B)A sequência substitui os conhecimentos escolares pelas opiniões dos moradores e dispensa análise dos dados.
  2. C)A sequência prioriza a exposição do professor e limita o uso dos conhecimentos a exercícios repetitivos.
  3. D)A sequência mantém cada conteúdo isolado e verifica a memorização individual ao final de cada aula.

F4inédita
Uma atividade de produção de texto prevê debate oral, planejamento em dupla e entrega escrita. Um estudante tem dificuldade de expressão escrita, mas consegue elaborar ideias oralmente. Qual planejamento oferece acesso sem retirar o desafio de aprendizagem?

  1. A)Dispensar o estudante da produção textual e atribuir nota apenas à sua presença nas aulas.
  1. B)Oferecer recursos de apoio para planejar e registrar o texto, preservando o objetivo de comunicar ideias por escrito.
  2. C)Substituir para esse estudante o objetivo de produção textual por uma atividade sem relação com a unidade.
  3. D)Manter um único modo de resposta e considerar a dificuldade como evidência suficiente de falta de aprendizagem.

F5inédita
Ao trabalhar a competência geral de argumentação, uma professora pede que os alunos sustentem uma posição sobre o uso de espaços públicos com dados consultados e respeito a perspectivas diferentes. Qual leitura dessa proposta é adequada?

  1. A)A competência se limita a conhecer regras gramaticais e a identificar a estrutura formal de um argumento.
  1. B)A competência consiste em repetir a opinião da maioria para demonstrar participação no debate coletivo.
  2. C)A competência envolve formular e defender ideias com base em informações, considerando direitos humanos e pontos de vista distintos.
  3. D)A competência exige evitar controvérsias sociais e apresentar conclusões sem justificar as fontes utilizadas.

12.6 Questões da banca

Questões oficiais de provas anteriores, com a fonte.

Q1oficial · ALE/RO 2026
Leia o trecho a seguir. A prática da avaliação escolar estipulou como função do ato de avaliar a classificação e não o diagnóstico, como deveria ser constitutivamente. Ou seja, o julgamento de valor, que teria a função de possibilitar uma nova tomada de decisão sobre o objeto avaliado, passa a ter a função estática de classificar um objeto ou um ser humano histórico num padrão definitivamente determinado. Para que a avaliação educacional escolar assuma o seu verdadeiro papel de instrumento dialético de diagnóstico para o crescimento, terá de se situar e estar a serviço de uma pedagogia que esteja preocupada com a transformação social e não com a sua conservação. A avaliação deixará de ser autoritária se o modelo social e a concepção teórico-prática da educação também não forem autoritários. Adaptado de LUCKESI, C. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. São Paulo: Cortez, 2002. pp. 34-42. Com base na leitura do trecho, assinale a opção que apresenta corretamente a interpretação do autor sobre a avaliação no contexto educacional.

  1. A)A avaliação escolar deve ter caráter diagnóstico e promover o crescimento dos alunos, com base em referencial construtivista e enfoque responsivo.
  1. B)A avaliação educacional deve ser compreendida como um instrumento neutro, cujo objetivo central é mensurar resultados e classificar os estudantes.
  2. C)A avaliação escolar deve ser conduzida de forma coletiva e estabelecer parâmetros previamente definidos com base em teorias historicamente construídas e reconhecidas.
  3. D)A avaliação educacional deve manter a classificação dos estudantes de acordo com suas capacidades, pois a atribuição de notas é essencial para subsidiar decisões pedagógicas.
  4. E)A avaliação escolar deve ser um processo pontual e um momento estratégico do ensino, no qual se identifica o aprendizado e os conteúdos que precisam ser retomados.

Q2oficial · SEDUC/SP 2026
Leia o texto a seguir. A BNCC reconhece a especificidade da alfabetização e propõe a mescla de duas linhas de ensino: a primeira indica a centralidade do texto e o trabalho com as práticas sociais de leitura e escrita; a segunda soma a isso o planejamento de atividades que permitam aos alunos refletirem sobre o sistema de escrita alfabética (estudar, por exemplo, as relações entre sons e letras e investigar com quantas e quais letras se escreve uma palavra, e onde elas devem estar posicionadas ou como se organizam as sílabas). Uma das funções da escola hoje é alfabetizar os alunos em um contexto letrado, ou seja, em um contexto que envolva as práticas sociais de leitura e escrita. Com essa aprendizagem, os alunos tornam-se usuários da escrita em suas diferentes funções sociais, mesmo não estando ainda alfabetizados. Para se alfabetizar, é preciso compreender para que serve a escrita, atribuindo-lhe significado e percebendo o que ela representa e como representa. Adaptado de https://www.revistamaiseducacao.com/en/artigosv5-n9-novembro- 2022/18/ Ao discutir as especificidades da alfabetização na BNCC, a concepção apresentada no excerto orienta práticas pedagógicas que visam

  1. A)organizar o ensino com base nas relações entre sons e letras, articulando atividades de leitura de palavras e pequenos textos.
  1. B)estruturar o trabalho com textos de circulação social, associando a leitura a situações de uso da escrita em diferentes contextos comunicativos.
  2. C)articular o trabalho com textos significativos às atividades de reflexão sobre o sistema de escrita, considerando a escrita como prática social e sistema notacional.
  3. D)desenvolver o ensino da escrita a partir da análise de palavras e sílabas, integrando essa reflexão à leitura e à escrita de textos sociais.
  4. E)planejar atividades de leitura e escrita, combinando o trabalho com textos de circulação social e a análise das relações entre grafemas e sons.

Q3oficial · PREF/SALVADOR/BA 2026
Para garantir o direito à educação de todos, a rede municipal de Salvador estabelece atribuições específicas para o Professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e para o Professor de classe comum. Na Educação Infantil, a política educacional também contempla a Atenção Precoce, prevista na Lei nº 14.880/2024 para crianças de 0 a 3 anos, e adota o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) como estratégia pedagógica aplicável às diferentes etapas da educação, com particularidades nessa etapa. Considerando essas atribuições, estratégias e políticas, relacione os termos a seguir às respectivas características. 1. Professor do AEE 2. Professor de classe comum 3. Atenção Precoce 4. DUA ( ) Propõe múltiplos meios de representação, expressão e engajamento que, na Educação Infantil, podem ser aplicados por meio de brincadeiras, interações e exploração multissensorial. ( ) Implementa adaptações razoáveis previstas no Plano de Desenvolvimento Individualizado (PDI), aplicando acessibilidade curricular, e ministra o currículo comum a todos, considerando a diversidade, sem propor percurso curricular reduzido ou individualizado. ( ) Atua de forma colaborativa e articulada ao cotidiano educativo, identificando e contribuindo para a eliminação de barreiras à participação e à aprendizagem, contribuindo para a autonomia da criança, sem substituir o ensino regular. ( ) Articula diversas áreas como saúde, assistência social e educação, em um trabalho intersetorial voltado ao atendimento de crianças de 0 a 3 anos com atrasos no desenvolvimento ou risco de sofrer atrasos. Assinale a opção que indica a sequência correta, na ordem apresentada.

  1. A)1 – 2 – 3 – 4.
  2. B)4 – 2 – 1 – 3.
  3. C)3 – 1 – 4 – 2.
  4. D)2 – 4 – 1 – 3.
  5. E)4 – 3 – 2 – 1.

Q4oficial · PREF/SAO JOSE DOS CAMPOS/SP 2026
A avaliação dialógica incorpora os princípios do pensamento de Paulo Freire à prática avaliativa, configurando uma perspectiva emancipatória de acompanhamento do processo de aprendizagem. A característica central de uma avaliação dialógica destaca a

  1. A)supressão de critérios formais para preservar a espontaneidade do processo de aprendizagem.
  1. B)organização do acompanhamento pedagógico segundo objetivos definidos no planejamento didático.
  2. C)regulação contínua da aprendizagem por meio de devolutivas técnicas individualizadas.
  3. D)substituição dos instrumentos avaliativos pela confiança na evolução natural do estudante.
  4. E)construção conjunta da compreensão do percurso formativo com base na problematização crítica.

Q5oficial · SEED SE 25 PROFESSOR 2025
Com base nas competências gerais estabelecidas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o ensino religioso deve

  1. A)ensinar sobre as instituições religiosas, sem abordar as filosofias de vida.
  1. B)proporcionar a aprendizagem sobre os conhecimentos religiosos e culturais, tomando como base as manifestações religiosas vinculadas à realidade dos estudantes.
  2. C)ensinar apenas sobre a individualidade e a natureza, pois estas representam valores de expressão da vida.
  3. D)evitar a transmissão de conhecimentos acerca do direito à liberdade de consciência e de crença de tradição oriental.
  4. E)priorizar o ensino dos grupos religiosos com maior representatividade nos dois últimos censos realizados pelo IBGE.

Q6oficial · ALE/AM 2025
Um modo de evitar que processos como o planejamento e a avaliação das atividades pedagógicas se tornem engessados é incorporar dinâmicas de retroalimentação (feedback), nas quais o próprio andamento das ações serve de referência para ajustes contínuos. Assinale a opção que indica uma atividade contendo dinâmica de retroalimentação.

  1. A)Consulta prévia de conteúdos com deliberação dos alunos seguida da execução sequencial das atividades.
  1. B)Definição de objetivos de aprendizagem no início da unidade e aplicação de atividades compatíveis com esses objetivos.
  2. C)Aplicação de atividades avaliativas ao final dos conteúdos, com devolutiva individualizada sobre o desempenho.
  3. D)Avaliação do planejamento ao término de cada ciclo letivo, com base em resultados gerais e relatórios consolidados.
  4. E)Registro contínuo do processo de aprendizagem, o que serve como base para a modificação das estratégias adotadas.

Q7oficial · PREF/MACAE/RJ 2026
De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, assinale a opção que define, corretamente, a pessoa com deficiência.

  1. A)A que possui impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, que, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com as demais pessoas.
  1. B)A que possui incapacidade total e permanente para o trabalho, devidamente comprovada por laudo médico.
  2. C)A que apresenta qualquer tipo de doença crônica que comprometa sua funcionalidade social e laboral.
  3. D)A que apresenta transtorno ou deficiência diagnosticada clinicamente, independentemente do impacto social ou ambiental.
  4. E)A que apresenta impedimento de natureza física, mental, intelectual ou sensorial de caráter temporário, que, em interação com barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade.

Q8oficial · IPHAN 2025
Com relação aos mecanismos de avaliação no contexto da educação patrimonial, analise as afirmativas a seguir. I. A autoavaliação possibilita aos participantes refletirem sobre suas posturas durante o processo e, ao educador, revisitar sua própria prática. II. Os registros em diferentes formatos, como fotos, vídeos e textos, possibilitam a identificação de aspectos do processo não necessariamente previstos. III. A avaliação deve ser feita com ênfase nos resultados finais, considerando se os objetivos previamente estabelecidos foram ou não alcançados.

  1. A)I, apenas.
  2. B)I e II, apenas.
  3. C)I e III, apenas.
  4. D)II e III, apenas.
  5. E)I, II e III.

Q9oficial · DPE/RO 2025
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) encarece o princípio da transversalidade para a abordagem de temas contemporâneos relevantes. Assinale a opção que apresenta uma definição correta de transversalidade.

  1. A)Estratégia de inclusão de curiosidades contemporâneas em projetos complementares ao currículo formal das disciplinas.
  1. B)Abordagem que oferece flexibilidade para tratar temas sociais e políticos em disciplinas específicas.
  2. C)Integração contínua de questões como direitos humanos e sustentabilidade em todas as áreas do conhecimento.
  3. D)Realização de ciclos de debates e workshops em períodos específicos do ano letivo para discutir temas urgentes.
  4. E)Foco em temas contemporâneos nas áreas de ciências humanas, preservando a neutralidade em disciplinas exatas.

12.7 Gabarito comentado

P1inédita · pré-testeResposta: D

Conceito: A avaliação diagnóstica identifica aprendizagens e dificuldades para orientar intervenções pedagógicas.
Raciocínio: A professora já reuniu evidências sobre uma necessidade de aprendizagem. A ação coerente é interpretar essas evidências e ajustar o ensino, não apenas registrar ou classificar os estudantes.
Por que as outras estão erradas:
  • A: A alternativa A adia a resposta pedagógica e ignora a função de acompanhamento da avaliação.
  • C: A alternativa C transforma a avaliação em comparação entre estudantes, sem tratar a necessidade de aprendizagem identificada.
  • B: A alternativa B reduz a avaliação à nota e à ordenação, sem prever uma intervenção sobre a dificuldade.
Pegadinha: Confundir coleta de resultados com uso pedagógico das informações avaliativas.
Base: BNCC, Introdução, seção sobre avaliação para a aprendizagem e construção de procedimentos de avaliação formativa.
Questão irmã: Após observar erros recorrentes em uma atividade, qual é o uso pedagógico mais adequado dessas informações? Gabarito: Planejar novas intervenções e acompanhar se elas favorecem a aprendizagem.

P2inédita · pré-testeResposta: A

Conceito: Competência envolve mobilizar conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para responder a demandas complexas.
Raciocínio: A proposta correta articula saberes e ação em uma situação significativa: os alunos analisam dados e fundamentam uma resposta. As demais se limitam à reprodução ou ao uso fragmentado de informações.
Por que as outras estão erradas:
  • D: A alternativa D descreve memorização e reprodução, sem mobilização articulada para enfrentar uma demanda.
  • B: A alternativa B restringe o trabalho à repetição de um procedimento, sem análise nem aplicação contextualizada.
  • C: A alternativa C propõe cópia de informação, sem integrar conhecimentos e habilidades a uma situação-problema.
Pegadinha: A presença de conteúdo escolar, por si só, não caracteriza mobilização de competência.
Base: BNCC, Introdução, definição de competência na educação básica.
Questão irmã: Em um projeto sobre alimentação, o que demonstra mobilização de competência? Gabarito: Usar conhecimentos e habilidades para avaliar opções e justificar uma escolha adequada à situação.

P3inédita · pré-testeResposta: B

Conceito: A educação inclusiva requer remover barreiras e garantir participação e aprendizagem no trabalho escolar comum.
Raciocínio: A barreira está no formato do material, não no objetivo da atividade. Tornar a informação acessível permite que a estudante participe da mesma investigação e demonstre o que aprende.
Por que as outras estão erradas:
  • C: A alternativa C exclui a estudante da experiência comum e reduz a oportunidade de aprendizagem sem necessidade.
  • A: A alternativa A substitui a participação da estudante pela ação de um colega, em vez de remover a barreira.
  • D: A alternativa D conserva o obstáculo e separa a avaliação da atividade de aprendizagem da turma.
Pegadinha: Acessibilidade não significa retirar o objetivo comum nem transferir a tarefa a outra pessoa.
Base: BNCC, Introdução, compromisso com a educação integral, a equidade e a inclusão; Lei Brasileira de Inclusão, art. 28, incisos II e III.
Questão irmã: Um aluno não acessa um vídeo sem legendas. Que medida favorece sua participação na aula? Gabarito: Oferecer versão legendada ou recurso acessível equivalente, mantendo a finalidade pedagógica da atividade.

F1inéditaResposta: C

Conceito: A BNCC define aprendizagens essenciais e orienta a elaboração de currículos contextualizados pelas redes e escolas.
Raciocínio: A referência nacional assegura aprendizagens comuns, mas não esgota as decisões curriculares. A rede e a escola contextualizam o trabalho sem abandonar essas aprendizagens essenciais.
Por que as outras estão erradas:
  • D: A alternativa D elimina a referência comum e confunde contextualização com abandono das aprendizagens essenciais.
  • A: A alternativa A transforma a referência comum em uniformização e nega a contextualização curricular.
  • B: A alternativa B atribui à BNCC o detalhamento integral do currículo e elimina o papel das redes e escolas.
Pegadinha: Base comum não equivale a currículo único, pronto e idêntico em cada contexto.
Base: BNCC, Introdução, seção 'A Base Nacional Comum Curricular' e seção 'O pacto interfederativo e a implementação da BNCC'.
Questão irmã: Ao planejar conteúdos locais, a escola deve abandonar as aprendizagens essenciais nacionais? Gabarito: Não. Deve contextualizar o currículo e assegurar as aprendizagens essenciais previstas na BNCC.

F2inéditaResposta: A

Conceito: A avaliação formativa acompanha o processo e informa ajustes nas estratégias de ensino e aprendizagem.
Raciocínio: O professor interpreta evidências produzidas durante a sequência. Como identificou uma dificuldade coletiva, pode mudar a abordagem e verificar os efeitos da intervenção.
Por que as outras estão erradas:
  • B: A alternativa B impede ajustes mesmo quando as evidências mostram que eles são necessários.
  • C: A alternativa C usa os erros apenas para compor nota e encerra o conteúdo sem oferecer nova oportunidade de aprendizagem.
  • D: A alternativa D usa a comparação com a turma como critério exclusivo e deixa de responder à dificuldade compartilhada.
Pegadinha: A avaliação formativa não precisa esperar o encerramento da unidade para produzir mudanças no ensino.
Base: BNCC, Introdução, seção sobre avaliação para a aprendizagem e construção de procedimentos de avaliação formativa.
Questão irmã: Se as respostas de uma turma revelam um equívoco comum, qual deve ser o próximo passo do docente? Gabarito: Replanejar a intervenção a partir das evidências e acompanhar se a compreensão avançou.

F3inéditaResposta: A

Conceito: A organização por competências articula conhecimentos e habilidades para responder a situações relevantes.
Raciocínio: Os alunos coletam e interpretam informações, usam linguagens distintas e elaboram propostas. O trabalho integra aprendizagens em uma demanda concreta, sem reduzir o currículo à memorização.
Por que as outras estão erradas:
  • D: A alternativa D descreve conteúdos fragmentados e verificação de memória, sem aplicação integrada.
  • C: A alternativa C mantém os conhecimentos em exercícios repetitivos e não propõe resposta à situação apresentada.
  • B: A alternativa B descarta conhecimentos e análise, que são necessários para fundamentar propostas.
Pegadinha: Trabalho contextualizado não significa trocar conhecimentos sistematizados por opiniões sem análise.
Base: BNCC, Introdução, definição de competência e competências gerais da Educação Básica.
Questão irmã: Em um projeto de mobilidade no entorno da escola, o que caracteriza uma tarefa orientada por competência? Gabarito: Integrar conhecimentos e habilidades para interpretar o problema e apresentar uma proposta fundamentada.

F4inéditaResposta: B

Conceito: A inclusão exige planejar apoios e acessibilidade para que os estudantes participem e desenvolvam as aprendizagens propostas.
Raciocínio: O objetivo de produzir um texto permanece. Recursos de apoio podem remover barreiras no planejamento e no registro, permitindo que o estudante trabalhe a aprendizagem visada.
Por que as outras estão erradas:
  • A: A alternativa A exclui a aprendizagem prevista e troca avaliação do conhecimento por presença.
  • C: A alternativa C substitui o objetivo por uma tarefa desconectada, em vez de prover acesso ao currículo.
  • D: A alternativa D confunde barreira de acesso com ausência de aprendizagem e recusa apoios pedagógicos.
Pegadinha: Apoio acessível não significa retirar automaticamente o objetivo de aprendizagem.
Base: BNCC, Introdução, compromisso com a educação integral, a equidade e a inclusão; Lei Brasileira de Inclusão, art. 28, incisos II e III.
Questão irmã: Uma aluna compreende o conteúdo, mas encontra uma barreira no formato da resposta exigida. O que fazer? Gabarito: Disponibilizar apoio ou formato acessível compatível com o objetivo de aprendizagem e avaliar as evidências pertinentes.

F5inéditaResposta: C

Conceito: A competência geral de argumentação mobiliza fatos e informações confiáveis para formular e defender ideias com respeito aos direitos humanos.
Raciocínio: A proposta solicita posição fundamentada em dados e consideração de outras perspectivas. Esses elementos correspondem à argumentação responsável, e não à mera repetição ou à forma gramatical isolada.
Por que as outras estão erradas:
  • A: A alternativa A reduz a competência a um componente linguístico e omite fundamentação e responsabilidade.
  • B: A alternativa B confunde argumentar com aderir à opinião majoritária, sem elaborar razões próprias.
  • D: A alternativa D elimina justamente a fundamentação e a análise crítica que sustentam a argumentação.
Pegadinha: Argumentar não é apenas expressar uma opinião: é fundamentá-la e considerar princípios de respeito e responsabilidade.
Base: BNCC, Introdução, Competência Geral da Educação Básica 7 — Argumentação.
Questão irmã: Que prática demonstra a competência de argumentação em uma discussão sobre convivência escolar? Gabarito: Defender uma proposta com razões e informações pertinentes, respeitando direitos e posições diferentes.

Q1oficialResposta: A

Conceito: Para Luckesi, avaliar deve diagnosticar a aprendizagem e orientar decisões que favoreçam o crescimento, não apenas classificar.
Raciocínio: O trecho contrapõe o diagnóstico, que informa uma nova decisão pedagógica, à classificação estática. Também vincula a avaliação à transformação social e à superação de uma educação autoritária. A alternativa A é a que mais se aproxima dessa ideia e é o gabarito oficial. O adendo "referencial construtivista e enfoque responsivo" não faz parte do trecho de Luckesi: a banca o aceitou, mas o aluno deve basear-se no que o texto diz (diagnóstico para o crescimento).
Por que as outras estão erradas:
  • B: A alternativa B chama a avaliação de neutra e centra seu objetivo em medir e classificar; isso repete justamente a prática classificatória criticada no trecho.
  • C: A alternativa C propõe parâmetros coletivos e teorias reconhecidas, mas não contempla o ponto central: usar o julgamento para diagnosticar e decidir novos rumos.
  • D: A alternativa D defende a classificação por capacidades e as notas como finalidade essencial, em oposição à avaliação como diagnóstico para o crescimento.
  • E: A alternativa E reduz a avaliação a um momento pontual, embora o texto a apresente como instrumento de diagnóstico e tomada de decisão, ligado ao processo educativo.
Pegadinha: Confundir avaliação diagnóstica e formativa com classificação final por notas.
Base: Luckesi, Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições, 2002, pp. 34–42 (trecho citado no enunciado).
Questão irmã: Na perspectiva de Luckesi, a avaliação deve servir principalmente para classificar definitivamente o estudante? Gabarito: Não. Deve diagnosticar a aprendizagem e subsidiar decisões para seu crescimento.

Fonte: ALE/RO 2026 — prova em conhecimento.fgv.br

Q2oficialResposta: C

Conceito: A alfabetização articula práticas sociais de leitura e escrita com reflexão explícita sobre o sistema alfabético.
Raciocínio: O excerto aponta duas frentes simultâneas: textos e usos sociais da escrita, de um lado, e análise das relações entre sons e letras e da organização da escrita, de outro. A alternativa C reúne as duas frentes e compreende a escrita tanto como prática social quanto como sistema notacional. Esse é o gabarito oficial.
Por que as outras estão erradas:
  • A: A alternativa A privilegia as relações entre sons e letras e limita a integração a palavras e textos curtos, sem assegurar o foco nas práticas sociais de leitura e escrita.
  • B: A alternativa B contempla os textos de circulação social, mas omite a reflexão sobre o sistema de escrita alfabética.
  • D: A alternativa D parte de palavras e sílabas e as integra a textos, mas não explicita o trabalho com textos significativos e usos sociais como eixo articulado da alfabetização.
  • E: A alternativa E parece próxima, mas reduz a reflexão a grafemas e sons; a alternativa C contempla mais amplamente o sistema notacional e a escrita como prática social, conforme o excerto.
Pegadinha: As alternativas A, B e E reproduzem partes do excerto; é preciso escolher a que articula as duas dimensões e a concepção de escrita como prática social e sistema notacional.
Base: Base Nacional Comum Curricular (BNCC), Língua Portuguesa, anos iniciais do Ensino Fundamental: alfabetização e apropriação do sistema de escrita alfabética articuladas às práticas de leitura e escrita.
Questão irmã: Alfabetizar na perspectiva descrita exige escolher entre textos sociais e análise do sistema alfabético? Gabarito: Não. As duas dimensões devem ser articuladas.

Fonte: SEDUC/SP 2026 — prova em conhecimento.fgv.br

Q3oficialResposta: B

Conceito: O DUA diversifica meios de engajamento, representação e ação; o AEE identifica e reduz barreiras, enquanto a atenção precoce articula setores para apoiar o desenvolvimento infantil.
Raciocínio: A primeira descrição menciona múltiplos meios e experiências lúdicas, logo corresponde ao DUA (4). A segunda trata do currículo comum e de adaptações razoáveis, atribuição do professor de classe comum (2). A terceira descreve atuação colaborativa do AEE sem substituir a classe regular (1). A quarta define atendimento intersetorial a crianças pequenas, isto é, atenção precoce (3). A sequência é 4–2–1–3, alternativa B e gabarito oficial.
Por que as outras estão erradas:
  • A: A alternativa A atribui as descrições na ordem 1–2–3–4, mas a primeira é DUA e a quarta é atenção precoce; troca as funções e políticas.
  • C: A alternativa C começa atribuindo a descrição dos múltiplos meios à atenção precoce e desloca as demais funções; não corresponde às definições apresentadas.
  • D: A alternativa D atribui ao professor comum a descrição inicial do DUA e ao DUA a descrição sobre currículo comum; confunde estratégia pedagógica com função docente.
  • E: A alternativa E associa a descrição do currículo comum à atenção precoce e a descrição de articulação intersetorial ao AEE; ambas as atribuições estão trocadas.
Pegadinha: Não confundir o AEE, que complementa ou suplementa o ensino e atua sobre barreiras, com o professor da classe comum, responsável pelo currículo comum e pela participação de toda a turma.
Base: Lei nº 13.146/2015, arts. 27 e 28, sobre educação inclusiva, acessibilidade e AEE; Lei nº 14.880/2024, que institui a política de atenção precoce na infância; princípios do Desenho Universal para a Aprendizagem.
Questão irmã: Qual abordagem prevê múltiplos meios de engajamento, representação e ação e pode ser incorporada às brincadeiras da Educação Infantil? Gabarito: Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA).

Fonte: PREF/SALVADOR/BA 2026 — prova em conhecimento.fgv.br

Q4oficialResposta: E

Conceito: A avaliação dialógica constrói compreensão do percurso de aprendizagem por meio de diálogo e problematização crítica.
Raciocínio: A questão pede a característica central da perspectiva dialógica inspirada em Paulo Freire. O diálogo implica participação e leitura crítica compartilhada do percurso, não mera aplicação de instrumentos ou confiança passiva em uma evolução espontânea. A alternativa E expressa a construção conjunta por problematização crítica e é o gabarito oficial.
Por que as outras estão erradas:
  • A: A alternativa A elimina critérios formais; diálogo não significa ausência de intencionalidade ou de critérios pedagógicos.
  • B: A alternativa B descreve acompanhamento alinhado ao planejamento, mas isso não caracteriza especificamente a construção dialógica e crítica.
  • C: A alternativa C reduz o processo a devolutivas técnicas individualizadas, sem a construção conjunta por diálogo e problematização.
  • D: A alternativa D troca instrumentos por uma suposta evolução natural, postura incompatível com acompanhamento intencional e participação crítica.
Pegadinha: A palavra 'dialógica' não significa abandonar planejamento, critérios ou avaliação; destaca participação, diálogo e reflexão crítica.
Base: Paulo Freire, concepção dialógica e problematizadora da educação, aplicada ao acompanhamento avaliativo; referência conceitual da questão.
Questão irmã: Na avaliação dialógica, professor e estudantes interpretam juntos o percurso e discutem criticamente as aprendizagens? Gabarito: Sim. A construção conjunta e a problematização crítica são centrais.

Fonte: PREF/SAO JOSE DOS CAMPOS/SP 2026 — prova em conhecimento.fgv.br

Q5oficialResposta: B

Conceito: O ensino religioso na BNCC aborda conhecimentos religiosos e filosofias de vida em diálogo com a realidade e a diversidade dos estudantes.
Raciocínio: A alternativa B propõe aprender conhecimentos religiosos e culturais partindo de manifestações relacionadas à realidade dos estudantes. Isso corresponde à abordagem plural, não confessional e contextualizada da BNCC. É o gabarito oficial.
Por que as outras estão erradas:
  • A: A alternativa A exclui filosofias de vida, embora a área de Ensino Religioso da BNCC as inclua em seu objeto de estudo.
  • C: A alternativa C restringe o conteúdo à individualidade e à natureza e não contempla conhecimentos religiosos e culturais diversos.
  • D: A alternativa D manda evitar conhecimentos sobre liberdade de consciência e crença e discrimina tradições orientais, contrariando uma abordagem plural.
  • E: A alternativa E privilegia religiões por representatividade censitária, critério que não substitui o estudo plural dos conhecimentos religiosos e das filosofias de vida.
Pegadinha: A realidade do estudante contextualiza o estudo; não autoriza privilegiar uma religião nem excluir tradições minoritárias ou filosofias de vida.
Base: BNCC, área de Ensino Religioso: conhecimentos religiosos e filosofias de vida, com respeito à diversidade cultural e religiosa.
Questão irmã: O ensino religioso conforme a BNCC deve limitar-se às tradições religiosas majoritárias? Gabarito: Não. Deve abordar conhecimentos religiosos e filosofias de vida de forma plural e respeitosa.

Fonte: SEED SE 25 PROFESSOR (2025) — prova em cdn.cebraspe.org.br

Q6oficialResposta: E

Conceito: Retroalimentação é o uso contínuo de informações sobre o processo para rever e ajustar as estratégias pedagógicas.
Raciocínio: A questão busca uma dinâmica em que o andamento da aprendizagem realimenta o planejamento. A alternativa E propõe registro contínuo e uso desses dados para modificar as estratégias; portanto, descreve ajuste durante o processo e é o gabarito oficial.
Por que as outras estão erradas:
  • A: A alternativa A prevê consulta seguida de execução sequencial; não indica que as ações sejam revistas à luz do andamento da aprendizagem.
  • B: A alternativa B alinha objetivos e atividades, mas descreve planejamento inicial, sem ciclo de retorno e ajuste.
  • C: A alternativa C prevê avaliação e devolutiva ao final dos conteúdos, mas não explicita a revisão contínua das estratégias durante o processo.
  • D: A alternativa D avalia o planejamento apenas ao término do ciclo letivo, de modo tardio e baseado em resultados consolidados, não como retroalimentação contínua.
Pegadinha: Avaliar ou dar devolutiva não basta: a retroalimentação exige que as informações provoquem ajustes na ação pedagógica.
Base: Conceito de retroalimentação (feedback) aplicado ao planejamento e à avaliação formativa, conforme a definição do enunciado.
Questão irmã: O professor registra evidências de aprendizagem durante a unidade e altera as estratégias conforme as necessidades observadas. Isso é retroalimentação? Gabarito: Sim. As evidências retornam ao planejamento e orientam ajustes contínuos.

Fonte: ALE/AM 2025 — prova em conhecimento.fgv.br

Q7oficialResposta: A

Conceito: Pessoa com deficiência é aquela que tem impedimento de longo prazo que, em interação com barreiras, pode restringir sua participação plena e efetiva em igualdade de condições.
Raciocínio: A definição legal exige impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial e considera sua interação com barreiras sociais. A alternativa A contém esses elementos e reproduz o art. 2º da Lei Brasileira de Inclusão. É o gabarito oficial.
Por que as outras estão erradas:
  • B: A alternativa B exige incapacidade total e permanente para o trabalho e laudo médico; esses requisitos não integram a definição legal de deficiência.
  • C: A alternativa C equipara deficiência a qualquer doença crônica, sem aplicar o critério legal de impedimento de longo prazo em interação com barreiras.
  • D: A alternativa D considera suficiente o diagnóstico clínico, mas a definição legal também exige considerar a interação com barreiras e seus efeitos na participação.
  • E: A alternativa E troca o requisito de longo prazo por impedimento temporário; esse não é o conceito do art. 2º.
Pegadinha: A deficiência não se define apenas por diagnóstico, incapacidade laboral ou doença; a lei adota um modelo que considera impedimentos e barreiras.
Base: Lei nº 13.146/2015, art. 2º.
Questão irmã: Uma condição clínica, sem impedimento de longo prazo em interação com barreiras, basta por si só para corresponder à definição legal de pessoa com deficiência? Gabarito: Não. Aplica-se a definição do art. 2º, que considera impedimento de longo prazo e barreiras.

Fonte: PREF/MACAE/RJ 2026 — prova em conhecimento.fgv.br

Q8oficialResposta: B

Conceito: A avaliação processual combina autoavaliação e registros em formatos diversos e não se limita ao resultado final. Embora o contexto seja a educação patrimonial, o raciocínio vale para a avaliação educacional em geral.
Raciocínio: A afirmativa I está correta: a autoavaliação permite reflexão dos participantes e revisão da prática do educador. A II também está correta, pois registros em diferentes formatos ajudam a revelar aspectos do processo. A III está incorreta porque restringe a avaliação aos resultados finais, contrariando uma leitura processual. Logo, apenas I e II estão corretas, alternativa B, gabarito oficial.
Por que as outras estão erradas:
  • A: A alternativa A deixa de incluir a afirmativa II, que reconhece corretamente o valor dos registros em formatos diversos.
  • C: A alternativa C inclui a afirmativa III, que reduz a avaliação aos resultados finais, e omite a afirmativa II, que é correta.
  • D: A alternativa D considera correta a afirmativa III e descarta a I; a ênfase exclusiva em resultados finais está errada e a autoavaliação é válida.
  • E: A alternativa E inclui a afirmativa III. A avaliação não deve se restringir ao alcance de objetivos ao fim da atividade, pois também acompanha processos e efeitos não previstos.
Pegadinha: A banca contrapõe acompanhamento processual à avaliação centrada somente no produto final; reconhecer objetivos não autoriza ignorar o percurso.
Base: Enunciado da questão (mecanismos de avaliação em educação patrimonial: autoavaliação, registros diversos e avaliação processual).
Questão irmã: Registros fotográficos e autoavaliação podem ajudar a compreender o percurso educativo além do produto final? Gabarito: Sim. São recursos para refletir sobre o processo e reorientar a prática.

Fonte: IPHAN 2025 — prova em conhecimento.fgv.br

Q9oficialResposta: C

Conceito: Transversalidade integra temas contemporâneos às diferentes áreas do conhecimento, em vez de isolá-los em uma disciplina ou evento.
Raciocínio: O princípio apresentado pela BNCC busca que questões relevantes, como direitos humanos e sustentabilidade, sejam trabalhadas de modo contínuo e articulado pelas áreas. A alternativa C expressa essa integração e é o gabarito oficial.
Por que as outras estão erradas:
  • A: A alternativa A restringe os temas a curiosidades e projetos complementares, mantendo-os fora do currículo e sem integração contínua.
  • B: A alternativa B limita a abordagem a disciplinas específicas, o que contraria a integração transversal entre áreas.
  • D: A alternativa D confina o trabalho a ciclos e eventos pontuais, em vez de incorporá-lo continuamente ao trabalho curricular.
  • E: A alternativa E restringe os temas às Ciências Humanas e propõe neutralidade seletiva nas demais áreas, não uma integração transversal.
Pegadinha: Transversalidade não é atividade eventual nem disciplina isolada: atravessa e articula áreas e componentes curriculares.
Base: BNCC, Temas Contemporâneos Transversais: abordagem integrada e contextualizada dos temas nas áreas do conhecimento e componentes curriculares.
Questão irmã: Se direitos humanos são trabalhados apenas em uma semana temática, isso basta para caracterizar transversalidade curricular? Gabarito: Não. A transversalidade requer integração contínua aos componentes e áreas.

Fonte: DPE/RO 2025 — prova em conhecimento.fgv.br

12.8 Revisão relâmpago e mapa de revisão

  • Para Luckesi, a avaliação deve diagnosticar para decidir e promover crescimento, não só classificar.
  • No Fundamental e no Médio, a LDB prioriza a avaliação contínua e cumulativa, com o qualitativo acima do quantitativo. Na Educação Infantil, avalia-se por acompanhamento e registro, sem objetivo de promoção.
  • Avaliação dialógica: construção conjunta do percurso, com problematização crítica.
  • Retroalimentação: o registro contínuo do processo é usado para modificar as estratégias.
  • A BNCC é referência nacional para os currículos; não é o currículo.
  • São 10 competências gerais e 6 direitos de aprendizagem na Educação Infantil.
  • Alfabetização na BNCC: texto e práticas sociais combinados com a reflexão sobre o sistema de escrita.
  • AEE complementa ou suplementa e não substitui a classe comum. O Decreto 7.611/2011 foi revogado pelo Decreto 12.686/2025, que exige estudo de caso, PAEE e PEI (alterado pelo Decreto 12.773/2025).
  • DUA: múltiplos meios de representação, de expressão e de engajamento.

Mapa de revisão

Reveja este capítulo em 1, 7 e 30 dias.

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