Raio-X de outros órgãos da banca COTEC
O que as provas anteriores de outros órgãos da banca COTEC cobraram, item a item do edital. Amostra: 175 de 175 questões; 7 provas, 2020 a 2024.
Não é a mesma conta do mapa do edital. A incidência (no mapa e em “O que cai” de cada capítulo) conta as questões da banca sobre o assunto, em provas de qualquer cargo. O raio-x conta só as 7 provas da amostra: “caiu em N de M provas” quer dizer que o assunto apareceu em N das M provas em que a matéria consta na amostra.
Questões lidas por matéria
Quantas questões de cada matéria a amostra leu, somadas as provas.
| Matéria | Lidas nas provas |
|---|---|
| Legislação Municipal – Constituição Federal | 2 |
| Legislação Municipal – Normas de Santa Luzia | 24 |
| Língua Portuguesa | 40 |
| Noções de Informática | 35 |
| Conhecimentos Específicos – Analista Administrativo | 60 |
| Raciocínio Lógico | 7 |
O que cai sempre
Assuntos que apareceram em todas as provas em que a matéria consta na amostra (mínimo de 4 provas).
Nenhum assunto caiu em todas as provas da amostra.
O que nunca caiu
Constam do edital, mas nenhuma questão lida cobrou o assunto. “Nunca caiu” não é “dispensável”: conteúdo transversal (como as operações de Matemática) é usado em quase toda questão.
- Raciocínio Lógico: Lógica sentencial; Estrutura lógica de relações arbitrárias entre pessoas, lugares, objetos ou…; Falácias.
- Legislação Municipal – Constituição Federal: Constituição da República Federativa do Brasil de 1988; Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
- Legislação Municipal – Normas de Santa Luzia: Lei Complementar nº 4.737, de 27 de junho de 2024, que dispõe sobre o Plano…; Lei Complementar nº 4.055, de 08 de março de 2019, que dispõe…
O que mudou na última prova (2024)
A prova de 2024 teve 40 questões.
Só caíram na última prova
- Língua Portuguesa: interpretação: termos opostos à originalidade (1 questão)
- Língua Portuguesa: interpretação de tirinha: comportamento do personagem (1 questão)
- Língua Portuguesa: sentido de "voyer" no contexto (1 questão)
- Língua Portuguesa: formação de palavras: derivação prefixal e sufixal (1 questão)
- Língua Portuguesa: imperativo, período composto e conjunções (afirmativas mistas) (1 questão)
- Língua Portuguesa: operador argumentativo, circunstância de modo e coesão com "que" (1 questão)
- Língua Portuguesa: estrangeirismos, aspas, citação e neologismo (afirmativas mistas) (1 questão)
- Noções de Informática: sistemas operacionais: conceitos (1 questão)
Uma única prova é uma observação, não uma tendência: o que ficou de fora em 2024 pode voltar.
O que esta amostra não mostra
A amostra contém provas de OUTROS órgãos da banca COTEC; não é previsão da prova atual. Os totais por prova contam só as questões que conseguimos ler e classificar, não o total oficial de cada prova. Amostra pequena e cobertura desigual limitam a comparação: use o raio-x para priorizar, não para deixar assunto de fora. Legislação municipal de outra cidade informa somente o tema cobrado; não identifica nem recomenda lei do município da apostila.
Cada questão conta uma vez, no assunto que a resposta correta testa: um assunto citado de passagem em outra questão não entra na conta, e “só caiu na última prova” quer dizer que nas anteriores nenhuma questão o tinha como tema principal.
Matéria 01
Língua Portuguesa
O que o edital pede nesta matéria
- 1Leitura e interpretação de texto(s) dos tipos: descritivo, narrativo, dissertativo e de diferentes gêneros, por exemplo, poemas, texto jornalísticos, propagandas, charges, cartuns, tirinhas, gráficos, entre outros
- 2Significação das palavras: sinônimos, antônimos, homônimos, parônimos, polissemia, sentido próprio (denotação) e sentido figurado (conotação)
- 3Fonologia: letra, fonema, encontros vocálicos e consonantais, dígrafos, divisão silábica, acentuação tônica e gráfica (atualizada, conforme as regras do novo Acordo Ortográfico), sinais gráficos; Ortografia (atualizada, conforme as regras do novo Acordo Ortográfico)
- 4Estrutura e formação de palavras; emprego dos sinais de pontuação
- 5Classes de palavras variáveis e invariáveis (identificação, flexão, função sintática, semântica e discursiva)
- 6Conjugação verbal: verbos – regulares, irregulares e auxiliares (ser, ter, haver, estar) – conjugação em todos os modos e tempos simples e compostos e formas nominais do verbo
- 7Sintaxe de concordância verbal e nominal; sintaxe de regência verbal e nominal; sintaxe de colocação pronominal
- 8Usos do sinal indicativo de crase: regra geral e casos especiais; figuras de linguagem; funções da linguagem
- 9Registro formal e registro informal; marcas de coloquialidade; variações linguísticas
Língua Portuguesa · Capítulo 1
Leitura e interpretação de textosSignificação das palavrasFonologia, acentuação e ortografia
Itens do edital:
- 1. Leitura e interpretação de texto(s) dos tipos: descritivo, narrativo, dissertativo e de diferentes gêneros, por exemplo, poemas, texto jornalísticos, propagandas, charges, cartuns, tirinhas, gráficos, entre outros
- 2. Significação das palavras: sinônimos, antônimos, homônimos, parônimos, polissemia, sentido próprio (denotação) e sentido figurado (conotação)
- 3. Fonologia: letra, fonema, encontros vocálicos e consonantais, dígrafos, divisão silábica, acentuação tônica e gráfica (atualizada, conforme as regras do novo Acordo Ortográfico), sinais gráficos; Ortografia (atualizada, conforme as regras do novo Acordo Ortográfico)
1.1 Pré-teste
Responda antes de ler a teoria. O gabarito está no fim do capítulo.
P1inédita
Leia o trecho: “A chuva fina cobria a praça; sob as marquises, os vendedores recolhiam as caixas, enquanto as luzes dos cafés se acendiam.” Qual característica predomina no fragmento?
- A)Descrição do ambiente e de elementos observáveis.
- B)Defesa explícita de uma tese por argumentos e conclusão.
- C)Narração de uma sequência extensa de acontecimentos com conflito central.
- D)Instrução ao leitor para realizar uma tarefa.
- E)Diálogo dramático construído apenas por falas.
P2inédita
No aviso “A reunião foi adiada; o novo horário será divulgado amanhã”, a palavra “adiada” tem sentido equivalente a
- A)antecipada.
- B)cancelada definitivamente.
- C)confirmada.
- D)postergada.
- E)encerrada.
P3inédita
Assinale a palavra que contém hiato, isto é, duas vogais pronunciadas em sílabas diferentes.
- A)mãe.
- B)caixa.
- C)noite.
- D)quase.
- E)saída.
1.2 O que cai
- 1. Leitura e interpretação de texto(s) dos tipos: descritivo, narrativo, dissertativo e de diferentes gêneros, por exemplo, poemas, texto jornalísticos, propagandas, charges, cartuns, tirinhas, gráficos, entre outros: 1477 questões da banca, 2020–2026Raio-X do cargo: caiu em 4 de 7 provas, 17 questões
- interpretação: tese do autor: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- interpretação: conceito de "efeito Terra": caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- recurso: intertextualidade ao iniciar com canção: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- interpretação: tese da autora: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- interpretação: ressalva da autora: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- inferência: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- interpretação: relação de oposição construída pelo autor: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- interpretação: afirmativa correta segundo o texto: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- inferência: ideias do texto: caiu em 2 de 7 provas, 3 questões
- interpretação: características atribuídas no texto: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- inferência sobre trecho: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- inferência em tirinha: caiu em 2 de 7 provas, 2 questões
- interpretação: termos opostos à originalidade: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- interpretação de tirinha: comportamento do personagem: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- 2. Significação das palavras: sinônimos, antônimos, homônimos, parônimos, polissemia, sentido próprio (denotação) e sentido figurado (conotação): 440 questões da banca, 2020–2026Raio-X do cargo: caiu em 4 de 7 provas, 5 questões
- sentido de "maniqueísmos" no contexto: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- sentido de "cognitiva" no contexto: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- sentido figurado de "o pulo do gato": caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- ambiguidade (polissemia) em tirinha: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- sentido de "voyer" no contexto: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- 3. Fonologia: letra, fonema, encontros vocálicos e consonantais, dígrafos, divisão silábica, acentuação tônica e gráfica (atualizada, conforme as regras do novo Acordo Ortográfico), sinais gráficos; Ortografia (atualizada, conforme as regras do novo Acordo Ortográfico): 73 questões da banca, 2020–2026Raio-X do cargo: caiu em 2 de 7 provas, 2 questões
- grafia de "veem" (acentuação): caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
- regras de acentuação do Acordo Ortográfico: caiu em 1 de 7 provas, 1 questão
1.3 Teoria
Interpretação e vocabulário exigem atenção ao contexto; fonologia e ortografia exigem distinguir som, escrita e tonicidade. O capítulo organiza esses pontos para resolver questões com precisão.
1.3.1 Leitura e interpretação de textos
Comece pelo texto, não pela alternativa. Identifique o assunto, a ideia central, o propósito comunicativo e a relação entre as partes.
Em textos narrativos, observe personagens, ações, tempo, espaço e foco narrativo. Em textos descritivos, procure características e recursos de caracterização. Em textos dissertativos, localize tese, argumentos e conclusão. Gêneros como charge, tirinha, propaganda e gráfico combinam linguagem verbal e não verbal; leia imagem, legenda, símbolos e contexto em conjunto.
A resposta correta precisa ser sustentada por elementos do texto. Diferencie informação explícita de inferência. A inferência é válida quando decorre de pistas textuais, não de opinião ou conhecimento externo isolado. Em perguntas sobre intenção do autor, observe escolhas lexicais, ironia, aspas, contrastes e modalizadores. Aspas podem marcar distanciamento, citação ou sentido particular; o contexto define a função.
Em itens de certo ou errado, avalie a afirmação inteira. Uma parte correta não salva uma conclusão que extrapola o texto. Atenção a palavras absolutas como “sempre”, “nunca” e “exclusivamente”, que podem ampliar indevidamente a ideia original. Em textos argumentativos, não confunda a posição apresentada com uma opinião que o leitor considera razoável. Em gráficos, confira título, legenda, unidades e categorias antes de comparar valores.
Exercício comentado
Como a banca cobrouoficial · ALE/RO 2026
“Ademais, não desafiaria a incredulidade do futuro a narrativa de pormenores em que se amostrassem mulheres precipitando-se nas fogueiras dos próprios lares, abraçadas aos filhos pequeninos... “ A incredulidade dos leitores futuros se deve
- A)à presença de ações humanamente inimagináveis.
- B)à falta de documentos que comprovem os fatos narrados.
- C)à ausência de outros depoimentos que confirmem o que é relatado.
- D)ao fato de as ações narradas não terem sido presenciadas pelo autor, mas somente contadas a ele.
- E)ao exagero das histórias contadas sobre esse episódio da história nacional.
Resposta: A
Conceito: A interpretação textual exige inferir a razão da incredulidade a partir do sentido do trecho.
Raciocínio: O autor diz que a narrativa de tais pormenores (mulheres se lançando às fogueiras com os filhos) desafiaria a credulidade dos leitores futuros, pela natureza inimaginável das ações. A incredulidade vem, portanto, do caráter humanamente inimaginável da cena. Alternativa A.
Pegadinha: Não acrescente explicações externas à passagem: a resposta está na reação provocada pelo conteúdo da cena.
Base: Interpretação do trecho apresentado no enunciado.
1.3.2 Significação das palavras
O sentido de uma palavra depende do contexto. Sinônimos têm sentidos próximos, mas raramente são intercambiáveis em toda situação.
Antônimos expressam oposição em determinado contexto. Homônimos têm a mesma forma sonora ou gráfica, mas sentidos distintos; podem ser homófonos, homógrafos ou perfeitos. Parônimos têm forma ou som semelhantes, mas significados diferentes, como “descrição” e “discrição”.
Polissemia é a capacidade de uma palavra apresentar sentidos relacionados. Por exemplo, “cabeça” pode nomear parte do corpo ou líder de um grupo. A denotação é o sentido próprio ou mais literal; a conotação é o sentido figurado, expressivo ou associado. Em uma frase como “a cidade acordou”, a personificação atribui ação humana à cidade. Não determine o sentido fora da frase: observe o tema, as palavras próximas e a situação comunicativa.
Para resolver questões, substitua mentalmente a palavra pelo sentido sugerido e verifique se a ideia permanece. Em sinonímia, avalie a relação entre os termos no contexto, não apenas uma definição de dicionário. Em textos literários e jornalísticos, metáforas, ironia e comparações podem deslocar o sentido literal. Uma palavra pode ser denotativa numa frase e conotativa em outra. A banca também explora pares parecidos na escrita: revise a diferença semântica e confirme qual forma se ajusta ao enunciado.
Esquema
Sentidos no contexto
Significação das palavras
Denotação
Sentido literal
Conotação
Sentido figurado ou expressivo
Polissemia
Vários sentidos relacionados
Exercício comentado
Como a banca cobrouoficial · MP/ES 2026
Assinale a opção que apresenta a frase que mostra a presença de palavras sinônimas.
- A)Nem esperança, nem socorro, nem remédio.
- B)A esperança é um bom desjejum, mas um mau jantar.
- C)A verdadeira esperança é veloz e voa com asas ligeiras.
- D)A duração breve de nossa vida proíbe-nos de alimentar uma esperança longa.
- E)A esperança é um alimento de nossa alma, ao qual sempre se mistura o veneno do medo.
Resposta: C
Conceito: Sinônimos são palavras de sentidos iguais ou próximos no contexto.
Raciocínio: Na alternativa C, ‘veloz’ e ‘ligeiras’ exprimem rapidez e funcionam como sinônimos contextuais. Não precisam ter idêntico sentido em todos os usos para serem equivalentes nessa frase. Gabarito C.
Pegadinha: Observe o sentido no contexto; ‘voar com asas ligeiras’ retoma a ideia de ser veloz.
Base: Semântica lexical: sinonímia contextual.
1.3.3 Fonologia, acentuação e ortografia
Fonema é a unidade sonora capaz de distinguir palavras; letra é o sinal gráfico que representa som.
Nem sempre há correspondência de um para um: uma letra pode representar mais de um fonema, e duas letras podem representar um único fonema. Dígrafos consonantais incluem “ch”, “lh”, “nh”, “rr” e “ss”; “qu” e “gu” podem formar dígrafo quando o “u” não é pronunciado. Encontro consonantal reúne sons consonantais pronunciados; dígrafo representa um só fonema.
Encontros vocálicos: ditongo ocorre na mesma sílaba; hiato separa as vogais em sílabas diferentes; tritongo reúne semivogal, vogal e semivogal numa sílaba. Divida as sílabas pela pronúncia, não pelo número de letras. A tonicidade classifica palavras em oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas. Todas as proparoxítonas são acentuadas. Também se acentuam, conforme as regras vigentes, grupos de oxítonas e paroxítonas definidos pela terminação, além de casos específicos de hiato. Palavras como “memória”, “geográfico” e “experiências” são proparoxítonas (ou, em outra classificação, paroxítonas terminadas em ditongo crescente); a FGV adota a primeira. Da mesma forma, “qu/gu + vogal” (como em “quase”) também é tratado como ditongo crescente por parte das gramáticas.
O Acordo Ortográfico suprimiu o trema em palavras portuguesas comuns, eliminou acentos de alguns ditongos abertos em paroxítonas e alterou acentos diferenciais específicos. Acentos diferenciais remanescentes devem ser memorizados pela norma atual. Na ortografia, diferencie palavras de grafia ou som próximos e use o contexto: “exceção”, “necessário”, “prescindir” e “consciente” têm grafias próprias, assim como “indecente”, com “e” depois do “d”.
Base legal: Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
Pegadinha da banca
Inferência não é invenção
A conclusão deve decorrer de pistas do texto. Conhecimento externo, sozinho, não comprova a interpretação.
Pegadinha da banca
Letra não é fonema
Contagem de letras não equivale à contagem de sons. Em dígrafo, duas letras podem representar um fonema.
Atenção
Acentuação atual
Use as regras posteriores ao Acordo Ortográfico: nem toda palavra que recebia acento antes continua acentuada.
1.4 Exemplo resolvido
Considere a frase: “O diretor carregava a escola nas costas.” Nesse contexto, a expressão destacada está empregada em sentido A) denotativo, pois indica transporte físico de um prédio. B) conotativo, pois sugere que o diretor assumia grande responsabilidade. C) denotativo, pois nomeia uma parte do corpo. D) técnico, pois descreve uma função administrativa. E) homônimo, pois apresenta dois sons iguais.
- A frase não descreve o transporte literal de uma escola.
- A expressão sugere que o diretor sustentava ou assumia muitas responsabilidades.
- O uso figurado caracteriza conotação; as demais opções confundem sentidos e conceitos.
Resposta: B
1.5 Fixação
Questões inéditas, no estilo da banca.
F1inédita
Leia o trecho: “A biblioteca reabre aos sábados. A medida amplia o acesso de estudantes e trabalhadores que não conseguem frequentá-la durante a semana.” Qual ideia principal é defendida?
- A)O atendimento aos sábados reduz necessariamente o número de leitores.
- B)Estudantes são os únicos usuários que precisam de bibliotecas.
- C)A abertura aos sábados amplia o acesso à biblioteca.
- D)A biblioteca deve encerrar suas atividades nos dias úteis.
- E)Trabalhadores não podem frequentar bibliotecas durante a semana.
F2inédita
Em “A pesquisadora ratificou os dados antes de publicá-los”, o verbo “ratificou” significa
- A)contestou, pôs em dúvida.
- B)confirmou, validou.
- C)omitiu, deixou de mencionar.
- D)publicou, tornou público.
- E)retificou, corrigiu o que estava errado.
F3inédita
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente segundo a ortografia oficial.
- A)excessão, pesquiza, previlégio.
- B)exceção, pesquisa, privilégio.
- C)exceção, pesquisa, previlégio.
- D)exceção, pesquiza, privilégio.
- E)excessão, pesquisa, previlégio.
F4inédita
Um cartaz mostra uma torneira pingando e a frase “Cada gota conta”. Qual efeito de sentido a combinação de imagem e texto produz principalmente?
- A)Descreve tecnicamente o funcionamento de uma torneira.
- B)Defende que pequenas quantidades de água não têm importância.
- C)Incentiva a economia de água por meio de uma mensagem concisa e figurada.
- D)Relata a sequência de uma enchente ocorrida na cidade.
- E)Informa que a água é contabilizada individualmente em cada residência.
F5inédita
Em qual alternativa a divisão silábica da palavra “saúde” está correta?
- A)saú-de.
- B)sa-ú-de.
- C)sa-úde.
- D)s-aú-de.
- E)sa-úd-e.
1.6 Questões da banca
Questões oficiais de provas anteriores, com a fonte.
Q1oficial · TJ/SC 2026
Leia o texto a seguir. O que é um lugar de memória? Um espaço de memória é mais do que um simples local geográfico ou uma construção física; é um repositório de histórias, emoções e experiências que transcendem o tempo. Ao passo que caminhamos por esses espaços, somos transportados para momentos passados, revivendo eventos, sentimentos e memórias coletivas que moldaram o curso da história e da cultura. No cerne, um espaço de memória serve como uma ponte entre o passado e o presente. Funciona como um lembrete palpável de eventos, pessoas ou eras que deixaram uma marca indestrutível na tapeçaria cultural de uma comunidade ou nação. https://www.aqua.com.br/blog/lugares-de-memoria No primeiro período do texto, as palavras “memória”, “geográfico” e “experiências” variam em relação ao gênero e ao número, mas têm em comum o fato de serem acentuadas graficamente - algo que pode ser justificado pela mesma regra de acentuação. Assim sendo, essas palavras são acentuadas por
- A)possuírem uma sílaba tônica.
- B)serem oxítonas polissílabas.
- C)terminarem em ditongo.
- D)apresentarem hiato.
- E)serem proparoxítonas.
Q2oficial · SEMEC PORTO VELHO/RO 26 2026
Texto base (CG1A1): Um dos temas correntes da psicologia dos preços é que as avaliações de valor monetário têm muito em comum com julgamentos sensoriais, como os relativos a peso, brilho, altura, calor, frio ou intensidade de odores. O estudo das percepções sensoriais é conhecido como psicofísica. Nos anos 1800, os psicofísicos mostraram que as pessoas são muito sensíveis às diferenças e não tão sensíveis a valores absolutos. Digamos que você esteja diante de duas maletas idênticas, uma com 12 kg e outra com 13 kg; nesse caso, basta levantá-las para saber qual é a mais pesada. Porém, sem uma balança, é difícil saber se qualquer uma das malas atenderia ao limite de 16 kg de uma companhia aérea. O mesmo tipo de desconhecimento se aplica em relação aos preços. Este fato importantíssimo passa quase despercebido. Isso acontece porque vivemos nossas vidas sob uma nuvem midiática de preços e valores de mercado. Como nos lembramos do que as coisas “deveriam” custar, somos induzidos a pensar que temos um sentido infalível de valor. Os consumidores são como uma pessoa com problemas de visão que consegue se virar em um ambiente familiar porque memorizou onde estão os móveis. Isso é uma compensação; nada tem a ver com acuidade visual. De vez em quando, recebemos alguma dica do quanto o sentido do preço é míope. Qualquer um que já tenha vendido artigos pessoais sabe como é difícil atribuir um preço justo a produtos usados. “Este CD antigo da Tribe Called Quest deve valer o dobro deste da Alanis Morissette. Só não sei se o CD da Tribe deveria ser vendido por US$ 10 ou US$ 0,10”. Em um artigo de 2003, os economistas Dan Ariely, George Loewenstein e Drazen Prelec chamaram esta curiosa combinação de “convicção e incerteza de arbitrariedade coerente”. As avaliações relativas são estáveis e coerentes, enquanto os valores em dólares podem ser descontroladamente arbitrários. A venda de artigos pessoais revela uma verdade que talvez não tenhamos coragem de admitir em transações comerciais: os preços são números inventados que nem sempre envolvem muita convicção. Os números que fazem nosso mundo girar não são tão sólidos, imutáveis e logicamente fundamentados quanto aparentam. Na nova psicologia dos preços, os valores são escorregadios e incertos, tão fluidos quanto os reflexos nos espelhos de um parque de diversões. William Poundstone. Preço: o mito do valor justo e como tirar vantagem disso. Tradução: Adriana Rieche. 1.ª ed. Rio de Janeiro: Best Business, 2015 [recurso digital] (com adaptações).
No trecho “ Como nos lembramos do que as coisas ‘deveriam’ custar, somos induzidos a pensar que temos um sentido infalível de valor” (segundo parágrafo do texto CG1A1), ao isolar o termo ‘deveriam’ entre aspas, o autor visa
- A)ressaltar um jargão da economia.
- B)sinalizar uma crítica ao ato de precificar os bens de consumo.
- C)relativizar a ideia de que as coisas têm um valor intrínseco.
- D)destacar o entendimento de que todo bem possui um preço.
- E)ironizar o funcionamento das transações financeiras.
Q3oficial · NAV BRASIL 2026
Assinale a opção que mostra um erro ortográfico.
- A)exceção / adolescente.
- B)necessário / decréscimo.
- C)prescindir / consciente.
- D)Incidente / decréscimo.
- E)indescente / crescente.
Q4oficial · CÂMARA DOS DEPUTADOS 26 PLF 2026
São Paulo: Companhia das Letras, 1998 (com adaptações). Julgue os itens a seguir, referentes às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.
Texto base: Medos e fobias compõem uma lista breve e universal. Cobras e aranhas sempre amedrontam. São o que mais comumente provoca medo e asco em estudantes universitários cujas fobias foram estudadas; isso tem sido assim por muito tempo em nossa história evolutiva. Donald Hebb constatou que chimpanzés nascidos em cativeiro gritam aterrorizados quando veem uma cobra pela primeira vez. Mesmo nas culturas que veneram as serpentes, as pessoas as tratam com muita cautela. Os outros medos comuns são de altura, tempestades, grandes carnívoros, escuridão, sangue, estranhos, confinamento, águas profundas, escrutínio social e deixar a casa sozinha. A linha comum é óbvia: essas são as situações que punham em perigo nossos ancestrais. Aranhas e cobras frequentemente são venenosas, em especial na África, e a maioria dos outros medos representa perigos evidentes para a saúde de um coletor de alimentos ou, no caso do escrutínio social, para o status. O medo é a emoção que motivava nossos ancestrais a lidar com os perigos que tendiam a encontrar. O medo provavelmente consiste em várias emoções. Fobias de coisas físicas, de escrutínio social e de deixar a casa sozinha reagem a diferentes tipos de drogas, o que é um indício de que são computadas por circuitos cerebrais distintos. O psiquiatra Isaac Marks demonstrou que as pessoas reagem de modos diferentes a diferentes estímulos atemorizantes, sendo cada reação apropriada ao perigo. Um animal desencadeia o ímpeto de fugir, mas um precipício faz a pessoa ficar petrificada. Ameaças sociais conduzem à timidez e a gestos de apaziguamento. Há pessoas que realmente desmaiam ao ver sangue, pois sua pressão sanguínea cai, presumivelmente uma reação que minimizaria uma perda adicional de sangue. A melhor evidência de que medos são adaptações, e não apenas erros do sistema nervoso, é que os animais que evoluíram em ilhas sem predadores perdem o medo e se tornam presas fáceis para qualquer invasor. Os medos dos atuais habitantes das cidades protegem-nos de perigos que não existem mais e deixam de nos proteger dos perigos do mundo que nos cerca. Deveríamos ter medo de armas de fogo, de dirigir em alta velocidade, de andar de carro sem cinto de segurança, de fluido de isqueiro e do secador de cabelo perto da banheira, e não de cobras e aranhas. Os responsáveis pela segurança pública tentam incutir o medo no coração dos cidadãos usando todos os recursos, das estatísticas às fotografias chocantes, geralmente em vão. Os pais gritam e castigam os filhos para impedi-los de brincar com fósforos ou de correr atrás da bola na rua, mas, quando se perguntou a estudantes de séries iniciais em Chicago o que eles mais temiam, as crianças citaram leões, tigres e cobras — perigos improváveis naquela cidade. Steven Pinker. O cheiro do medo. In: Como a mente funciona. Laura Motta (Trad.).
Embora reconheça que a falta de medo de certos elementos gera problema de segurança pública na sociedade urbana contemporânea, o autor opõe-se à ideia de que a tentativa de incutir medo “no coração dos cidadãos” constitua estratégia para resolver essa questão.
( ) Certo ( ) Errado
Q5oficial · PREF/SAO JOSE DOS CAMPOS/SP 2026
Texto base: ATENÇÃO: O texto abaixo é o início de uma pequena narrativa de Stanislaw Ponte Preta. Use-o para responder às duas próximas questões. “Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava na fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha. Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela: Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu: É areia! Aí quem sorriu foi o fiscal.”
O termo “odontólogo”, presente na crônica de Stanislaw, é um termo erudito, equivalente a “dentista”. Entre os termos a seguir, assinale aquele que mostra significação correta.
- A)Filólogo / que estuda as relações de amizade.
- B)Arqueólogo / que estuda a história antiga.
- C)Oftalmólogo / que estuda o interior dos ouvidos.
- D)Zoólogo / que estuda estruturas animais.
- E)Dermatólogo / que estuda as unhas.
Q6oficial · FUNPRESP 26 JUD 2026
São Paulo: Companhia das Letras, 2023 (com adaptações). Julgue os itens a seguir, relativos às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.
Texto base: O agrupamento das pessoas em classes sociais não é, ao contrário do que alguns pensam, "apenas uma decisão técnica como outra qualquer". Como tudo no estudo da desigualdade, esse agrupamento reflete decisões políticas, ainda que elas não sejam explícitas. E não é sem razão: a escolha da identificação de classes de uma forma específica tem implicações concretas. O problema não está apenas na terminologia usada, está também na forma como as classes são definidas. Quem não consegue entender isso pode fazer um exercício simples: identifique pobres como uma classe; considere que quase todo mundo queira erradicar a pobreza; que quase todo mundo queira saber melhor o que é preciso para tanto; defina como pobre 0,1% da população; nesse caso, que medida erradicaria a pobreza? Caridade privada seria suficiente; agora defina como pobre 99,9% da população. A medida recomendada seria uma revolução. Conclui-se desse exercício que a forma como pesquisas dividem a sociedade em classes tem implicações práticas, pois pesquisa em desigualdade é usada para definir políticas. Quando se coloca uma pessoa numa classe, a tendência é que essa pessoa passe a ser vista como todas as demais pessoas que estão naquela classe e, em alguns casos, passe a ser tratada do mesmo modo pelas políticas. Qual é a diferença substantiva entre uma pessoa um centavo abaixo da linha de renda que define os benefícios de assistência social e outra um centavo acima? Em renda, irrelevante, mas a classificação elegível e não elegível tem impactos concretos na vida das pessoas. Elas passam ou não pelo buraco da agulha dos critérios de elegibilidade de programas sociais. Alguns programas chegam a ser desenhados com base em classes, por isso o assunto não é apenas um detalhe acadêmico. Marcelo Medeiros. Os ricos e os pobres.
As palavras "explícitas" e "técnica" seguem a mesma regra de acentuação gráfica.
( ) Certo ( ) Errado
Q7oficial · IRBR 26 DIPLOMACIA 2026
Em relação às ideias e a aspectos linguísticos e textuais do texto precedente, julgue os itens seguintes.
Texto base: Ao reconhecer aos povos indígenas o direito às terras que habitam, a Constituição Federal de 1988 favoreceu processos de demarcação de territórios, que continuam a ser feitos até hoje. Em todas as regiões do Brasil, as reivindicações geraram uma profusão de relatórios, laudos e pareceres, produzidos por grupos técnicos, que realizam os estudos etno-históricos, antropológicos, ambientais e cartográficos exigidos pela legislação. Em cada uma dessas iniciativas, consta um elemento em comum: os mapas. Há representações oficiais, feitas no período colonial, no Império e na República. Há desenhos feitos à mão pelos moradores ou produzidos com a ajuda de sistemas de navegação por satélite, como o GPS, e aplicativos. Por conseguinte, a cartografia vem ganhando importância na área da antropologia, em contextos como a formação de professores indígenas, a demarcação e a gestão ambiental de suas terras, a produção de laudos para a regularização fundiária. Nas demarcações, tem sido fundamental a cartografia histórica, sobretudo para a análise de mapas produzidos na segunda metade do século XVIII, após a assinatura do Tratado de Madrid, que delimitou os territórios pertencentes a Portugal e Espanha na América do Sul, em 1750, afirma a historiadora Íris Kantor. "Nesse período, os mapas foram confeccionados por expedições militares e científicas que visavam urbanizar os indígenas, além de terem facilitado a construção de fortalezas, a instalação de registros fiscais e o reconhecimento das vias de comunicação terrestres e fluviais. Hoje, a disponibilização da cartografia digital em alta resolução e a catalogação dos espécimes cartográficos permitem fazer um uso 'contracolonial' desses suportes de informação geográfica bidimensionais", afirma. Além disso, o uso dos mapas históricos exige conhecimentos variados. Eles são classificados segundo critérios como o suporte material, a linguagem gráfica e o público destinatário. Na elaboração dos laudos técnicos, a presença ou ausência de topônimos nos mapas possibilita a reconstituição das sucessivas formas de ocupação de uma área geográfica, considerando-se ainda as famílias de mapas da região. Esse método requer o conhecimento da história das línguas indígenas e suas interações com as línguas dos colonizadores. Diego Viana. Quando o mapa é o território. In: Pesquisa FAPESP, maio 2023, ano 24, n. 327, p. 74-79 (com adaptações).
A abordagem 'contracolonial', mencionada pela historiadora Íris Kantor, corresponde à utilização dos documentos cartográficos históricos com fins antagônicos aos definidos em sua elaboração original.
( ) Certo ( ) Errado
Q8oficial · PREF/SALVADOR/BA 2026
Leia o trecho a seguir, extraído da obra de literatura infantil das escritoras baianas Cássia Valle e Luciana Palmeira. Calu já ia começar a escrever uma nova história no seu bloquinho, quando, de repente, lembrou-se de que, na ilha onde tinha nascido e morava, não existia um museu para que todos pudessem entrar, percorrer, ver, ouvir, perceber, entender, sentir, e tocar. A menina pensou na possibilidade de a prefeitura transformá-la na criadora do Museu da Ilha chamada Boca do Rio. Ela imaginou logo que não ia prender a história numa única casa. Ela ia transformar vários cantos da ilha num pedaço de um grande museu. VALE, C. e PALMEIRA, L. Calu - uma menina cheia de histórias. Rio de Janeiro: Editora Malê Mirim, 2019. Considerando que o objetivo pedagógico da atividade é levar os alunos a compreender os sentidos que as palavras assumem no contexto em que são empregadas, a análise do verbo “prender”, em “não ia prender a história numa única casa”, possibilita desenvolver a habilidade de
- A)compreender que o verbo assume sentido figurado no contexto, indicando a ideia de limitar ou restringir a circulação das histórias e memórias da ilha.
- B)reconhecer que o verbo mantém seu sentido literal, relacionado à necessidade de guardar fisicamente a história do seu povo em um espaço adequado.
- C)identificar que o verbo expressa a intenção da personagem de proteger a história da ilha, impedindo que ela seja modificada ao longo do tempo.
- D)perceber que o verbo estabelece uma relação de oposição entre a escrita das histórias e a criação de espaços destinados à memória coletiva.
- E)analisar que o verbo reforça a ideia de que as histórias da ilha devem permanecer preservadas dentro de locais de memória específicos.
1.7 Gabarito comentado
P1inédita · pré-testeResposta: A
- C: Ações isoladas não formam necessariamente uma narrativa com acontecimentos encadeados e conflito.
- B: O trecho não apresenta tese nem argumentos.
- D: Não há instruções nem verbos dirigidos ao leitor.
- E: Não há falas ou estrutura de diálogo.
P2inédita · pré-testeResposta: D
- A: “Antecipada” indica realização antes do previsto, sentido oposto ao do aviso.
- B: “Cancelada definitivamente” indica que não haverá nova realização, o que o aviso não diz.
- C: “Confirmada” não expressa mudança para data ou horário posterior.
- E: “Encerrada” significa concluída, e não transferida para outro momento.
P3inédita · pré-testeResposta: E
- B: Em “caixa”, o grupo “ai” forma ditongo na mesma sílaba: cai-xa.
- C: Em “noite”, “oi” forma ditongo: noi-te.
- D: Em “quase”, “ua” é pronunciado na mesma sílaba: qua-se.
- A: Em “mãe”, o encontro vocálico permanece na mesma sílaba.
F1inéditaResposta: C
- D: O texto informa uma ampliação aos sábados, não o encerramento em outros dias.
- B: O trecho também menciona trabalhadores e não afirma exclusividade dos estudantes.
- A: Não há indicação de redução do número de leitores.
- E: O texto diz que algumas pessoas não conseguem ir durante a semana, não que nenhum trabalhador possa ir.
F2inéditaResposta: B
- E: Confunde “ratificar” com “retificar”, parônimos de significados distintos.
- C: O contexto indica validação, não omissão.
- A: Contestar é questionar, sentido contrário à confirmação expressa.
- D: A publicação ocorre depois; não corresponde ao sentido de ratificar.
F3inéditaResposta: B
- A: “Excessão”, “pesquiza” e “previlégio” não são grafias oficiais.
- D: “Pesquiza” é erro ortográfico; a forma correta é “pesquisa”.
- E: “Excessão” e “previlégio” estão grafadas incorretamente.
- C: “Previlégio” está incorreta; escreve-se “privilégio”.
F4inéditaResposta: C
- E: Interpreta literalmente uma expressão de apelo ambiental e acrescenta uma informação sobre medição que não aparece.
- A: O cartaz não apresenta explicação técnica nem descrição do mecanismo.
- D: Não há sequência de acontecimentos de uma enchente.
- B: Inverte a mensagem: o cartaz afirma que cada gota importa.
F5inéditaResposta: B
- A: Mantém “aú” na mesma sílaba, embora haja hiato.
- D: Separa consoante inicial da vogal seguinte, contrariando a estrutura silábica.
- C: Coloca “ú” com a sílaba seguinte, contrariando a pronúncia da palavra.
- E: Separa o “d” da vogal seguinte e o deixa solto na sílaba anterior, o que não corresponde à pronúncia: a sílaba é “de”.
Q1oficialResposta: E
- A: A alternativa A cita característica geral de qualquer palavra, não uma regra de acentuação.
- B: A alternativa B erra a classificação tônica: as palavras não são oxítonas.
- C: A alternativa C confunde terminação vocálica com a regra que justifica o acento dessas palavras.
- D: A alternativa D confunde sequências vocálicas com hiato; a regra comum é a de proparoxítonas.
Fonte: TJ/SC 2026 — https://conhecimento.fgv.br/sites/default/files/concursos/tecnico-judiciario-auxiliar-cnm100-tipo-1.pdf
Q2oficialResposta: C
- A: A alternativa A chama a expressão de jargão econômico, mas ela pertence ao uso comum e não é apresentada como termo técnico.
- B: A alternativa B lê as aspas como crítica geral ao ato de precificar, que não é o foco do trecho.
- D: A alternativa D afirma que todo bem possui preço, enquanto o texto questiona a certeza sobre o valor esperado.
- E: A alternativa E atribui ironia às transações financeiras em geral, sem apoio no contexto imediato.
Fonte: SEMEC PORTO VELHO/RO 26 (2026) — https://cdn.cebraspe.org.br/concursos/semec_porto_velho_ro_26/arquivos/610CD3B02C6C9203BF52423399F6F8C7F06597BACA8456D9AD9148FF3D7D746A.pdf
Q3oficialResposta: E
- A: A alternativa A apresenta as grafias corretas ‘exceção’ e ‘adolescente’.
- B: A alternativa B apresenta ‘necessário’ e ‘decréscimo’ corretamente grafadas.
- C: A alternativa C apresenta corretamente ‘prescindir’ e ‘consciente’.
- D: A alternativa D apresenta corretamente ‘incidente’ e ‘decréscimo’.
Fonte: NAV BRASIL 2026 — https://conhecimento.fgv.br/sites/default/files/concursos/cnm201-tecnico-em-infraestrutura-e-manutencao-eletrotecnica-cnm201-tipo-1.pdf
Q4oficialResposta: Errado
- Certo: A alternativa A (Certo) aceita duas ideias ausentes do texto: a oposição expressa do autor à estratégia e o reconhecimento de que a falta de medo gera problema de segurança pública.
Fonte: CÂMARA DOS DEPUTADOS 26 PLF (2026) — https://cdn.cebraspe.org.br/concursos/cd_26_pl/arquivos/6BA6C911910A9996895927100E426BD4733C0601F6E27F998FD96D420A356EDC.pdf
Q5oficialResposta: D
- A: A alternativa A confunde filologia, estudo de língua e textos, com relações de amizade.
- B: A alternativa B reduz arqueologia ao estudo da história antiga, mas seu objeto são vestígios materiais de sociedades humanas.
- C: A alternativa C atribui à oftalmologia o estudo dos ouvidos; essa é a área da otologia.
- E: A alternativa E restringe dermatologia às unhas, embora estude a pele e seus anexos.
Fonte: PREF/SAO JOSE DOS CAMPOS/SP 2026 — https://conhecimento.fgv.br/sites/default/files/concursos/cnsp0208-professor-ii-portugues-cnsp0208-tipo-1.pdf
Q6oficialResposta: Certo
Fonte: FUNPRESP 26 JUD (2026) — https://cdn.cebraspe.org.br/concursos/funpresp_26_jud/arquivos/88BBEB8DE4C9C9A4512BD77B353886CFCE5F0D458D3B08FCEDD6B546E36DA4AA.pdf
Q7oficialResposta: Certo
Fonte: IRBR 26 DIPLOMACIA (2026) — https://cdn.cebraspe.org.br/concursos/irbr_26_diplomacia/arquivos/9AFA463453FEF0A89EBB56387CCC39386F5B09A3A84D342A4112BB6B1339E891.pdf
Q8oficialResposta: A
- B: A alternativa B interpreta literalmente o verbo, embora a história não seja objeto físico a guardar.
- C: A alternativa C atribui sentido de proteção contra mudanças, que o contexto não sugere.
- D: A alternativa D inventa oposição entre escrever histórias e criar espaços de memória.
- E: A alternativa E defende justamente a restrição a locais específicos, contrária à ideia do trecho.
Fonte: PREF/SALVADOR/BA 2026 — https://conhecimento.fgv.br/sites/default/files/concursos/professor-municipal-i-educacao-infantil-ao-5o-ano-20h-e-40h-cns101-tipo-1.pdf
1.8 Revisão relâmpago e mapa de revisão
- Interpretação correta se apoia em pistas textuais e no contexto.
- Charge, tirinha e gráfico exigem leitura articulada de elementos verbais e visuais.
- Sinônimos têm sentidos próximos, mas podem não ser substituíveis em qualquer frase.
- Polissemia ocorre quando uma palavra apresenta sentidos relacionados.
- Denotação é sentido literal; conotação é sentido figurado ou expressivo.
- Dígrafo representa um fonema; encontro consonantal reúne sons consonantais.
- Ditongo fica na mesma sílaba; hiato separa vogais em sílabas diferentes.
- Toda palavra proparoxítona recebe acento gráfico.
- A ortografia deve seguir as regras vigentes do Acordo Ortográfico.
Mapa de revisão
Reveja este capítulo em 1, 7 e 30 dias.
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