Raio-X de outros órgãos da banca COTEC
O que as provas anteriores de outros órgãos da banca COTEC cobraram, item a item do edital. Amostra: 290 de 290 questões; 10 provas, 2022 a 2025.
Não é a mesma conta do mapa do edital. A incidência (no mapa e em “O que cai” de cada capítulo) conta as questões da banca sobre o assunto, em provas de qualquer cargo. O raio-x conta só as 10 provas da amostra: “caiu em N de M provas” quer dizer que o assunto apareceu em N das M provas em que a matéria consta na amostra.
Questões lidas por matéria
Quantas questões de cada matéria a amostra leu, somadas as provas.
| Matéria | Lidas nas provas |
|---|---|
| Conhecimentos Específicos – Enfermeiro | 95 |
| Língua Portuguesa | 90 |
| Noções de Informática | 85 |
| Fora do edital atual | 8 |
| Legislação Municipal – Normas de Santa Luzia | 10 |
| Legislação Municipal – Constituição Federal | 2 |
O que cai sempre
Assuntos que apareceram em todas as provas em que a matéria consta na amostra (mínimo de 4 provas).
Nenhum assunto caiu em todas as provas da amostra.
O que nunca caiu
Constam do edital, mas nenhuma questão lida cobrou o assunto. “Nunca caiu” não é “dispensável”: conteúdo transversal (como as operações de Matemática) é usado em quase toda questão.
- Língua Portuguesa: Fonologia.
- Legislação Municipal – Constituição Federal: Constituição da República Federativa do Brasil de 1988; Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
- Legislação Municipal – Normas de Santa Luzia: Lei Complementar nº 4.737, de 27 de junho de 2024, que dispõe sobre o Plano…; Lei Complementar nº 4.570, de 30 de março de 2023, que dispõe…; Lei Complementar nº 4.055, de 08 de março de 2019, que dispõe…
- Conhecimentos Específicos – Enfermeiro: assistência de enfermagem na Atenção Primária à Saúde; Redes de Atenção à Saúde (RAS); educação em saúde e promoção da saúde; doenças imunopreveníveis; protocolos, manuais e diretrizes atualizadas do Ministério da Saúde; políticas públicas de saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS); Política Nacional de Humanização; educação permanente em saúde; humanização da assistência; comunicação interpessoal e trabalho em equipe multiprofissional.
O que mudou na última prova (2025)
A prova de 2025 teve 30 questões.
Só caíram na última prova
- Noções de Informática: Reddit (2 questões)
- Conhecimentos Específicos – Enfermeiro: Resolução COFEN 736/2024: etapas do processo de enfermagem (2 questões)
- Língua Portuguesa: texto 01: significado de felicidade (1 questão)
- Língua Portuguesa: conceito de felicidade para a autora (1 questão)
- Língua Portuguesa: motivo da contratação segundo a autora (1 questão)
- Língua Portuguesa: texto 02: dinheiro e felicidade (1 questão)
- Língua Portuguesa: tipo textual predominante (informativo) (1 questão)
- Língua Portuguesa: passagem sobre metas do fim de ano (1 questão)
Uma única prova é uma observação, não uma tendência: o que ficou de fora em 2025 pode voltar.
O que esta amostra não mostra
A amostra contém provas de OUTROS órgãos da banca COTEC; não é previsão da prova atual. Os totais por prova contam só as questões que conseguimos ler e classificar, não o total oficial de cada prova. Amostra pequena e cobertura desigual limitam a comparação: use o raio-x para priorizar, não para deixar assunto de fora. Legislação municipal de outra cidade informa somente o tema cobrado; não identifica nem recomenda lei do município da apostila.
Cada questão conta uma vez, no assunto que a resposta correta testa: um assunto citado de passagem em outra questão não entra na conta, e “só caiu na última prova” quer dizer que nas anteriores nenhuma questão o tinha como tema principal.
Conhecimentos Específicos – Enfermeiro · Capítulo 12
Vigilância em saúde: integração e campos de atuaçãoEpidemiologia: estudos e indicadores de saúdeSistemas de informação em saúdeDoenças transmissíveis e não transmissíveis
Itens do edital:
- 13. vigilância em saúde, vigilância epidemiológica, vigilância sanitária e vigilância ambiental
- 14. conceitos de epidemiologia e indicadores de saúde
- 15. sistemas de informação em saúde
- 16. doenças e agravos transmissíveis e não transmissíveis
12.1 Pré-teste
Responda antes de ler a teoria. O gabarito está no fim do capítulo.
P1inédita
Após denúncia de venda de alimentos mantidos em temperatura inadequada, qual atividade cabe principalmente à vigilância sanitária?
- A)Consolidar registros de óbitos e produzir estimativas de mortalidade municipal.
- B)Investigar contatos de uma pessoa com doença transmissível e acompanhar a cadeia de transmissão.
- C)Inspecionar as condições de armazenamento e adotar medidas para reduzir riscos à saúde.
- D)Calcular a frequência de novos diagnósticos em uma população ao longo do ano.
- E)Identificar fatores climáticos associados à distribuição de vetores no território.
P2inédita
Em um município, a equipe compara o número de pessoas que receberam um diagnóstico novo de tuberculose durante o ano com a população sob risco nesse período. Qual indicador está sendo estimado?
- A)Prevalência, pois reúne todas as pessoas que vivem com a doença em uma data.
- B)Incidência, pois considera casos novos ocorridos entre pessoas sob risco no período.
- C)Mortalidade proporcional, pois compara óbitos de uma causa com todos os óbitos.
- D)Sobrevida, pois mede o tempo transcorrido desde o diagnóstico até um desfecho.
- E)Letalidade, pois relaciona óbitos pela doença ao total de casos diagnosticados.
P3inédita
Uma unidade de saúde precisa registrar uma suspeita de doença que integra a lista de notificação compulsória. Qual sistema nacional é usado para registrar e acompanhar agravos de notificação?
- A)Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS).
- B)Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc).
- C)Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).
- D)Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS).
- E)Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM).
12.2 O que cai
- 13. vigilância em saúde, vigilância epidemiológica, vigilância sanitária e vigilância ambiental: 205 questões da banca, 2021–2026Raio-X do cargo: caiu em 2 de 10 provas, 2 questões
- definições e objetivos da vigilância do óbito (SIM): caiu em 1 de 10 provas, 1 questão
- investigação epidemiológica de caso (E. coli / síndrome hemolítico-urêmica): caiu em 1 de 10 provas, 1 questão
- 14. conceitos de epidemiologia e indicadores de saúde: 108 questões da banca, 2021–2026Raio-X do cargo: caiu em 1 de 10 provas, 1 questão
- Objetivos do Milênio e ODS; mortalidade infantil: caiu em 1 de 10 provas, 1 questão
- 15. sistemas de informação em saúde: 25 questões da banca, 2022–2025Raio-X do cargo: caiu em 2 de 10 provas, 2 questões
- fatores que afetam a mensuração da mortalidade; atestado de óbito: caiu em 1 de 10 provas, 1 questão
- Sistema de Informação do Câncer (SISCAN): caiu em 1 de 10 provas, 1 questão
- 16. doenças e agravos transmissíveis e não transmissíveis: 150 questões da banca, 2020–2026Raio-X do cargo: caiu em 6 de 10 provas, 10 questões
- hipótese diagnóstica pelo quadro clínico (leishmaniose visceral): caiu em 1 de 10 provas, 1 questão
- doenças crônicas não transmissíveis de maior frequência no Brasil: caiu em 1 de 10 provas, 1 questão
- mandala da prevenção combinada do HIV; papel da APS e da educação em saúde: caiu em 1 de 10 provas, 1 questão
- mais 7 assuntos com menos ocorrências (7 questões no total)
12.3 Teoria
Vigilância, epidemiologia e informação sustentam decisões oportunas no SUS. Dominar conceitos básicos ajuda a interpretar surtos, indicadores e estratégias de prevenção sem confundir seus objetivos.
12.3.1 Vigilância em saúde: integração e campos de atuação
A Vigilância em Saúde é um processo contínuo de coleta, análise e uso de informações para orientar medidas de proteção e prevenção.
Ela integra ações de promoção, prevenção e controle de riscos, doenças e agravos. Não é atividade isolada da Atenção Básica: equipes territoriais identificam suspeitas, notificam conforme a lista vigente, participam da investigação e orientam a comunidade.
A vigilância epidemiológica acompanha a ocorrência e a distribuição de doenças e agravos, identifica mudanças e recomenda medidas de prevenção e controle. A vigilância sanitária atua sobre riscos relacionados a produtos, serviços, ambientes e processos de interesse à saúde. A vigilância ambiental em saúde acompanha fatores ambientais que podem afetar a saúde humana, como qualidade da água, ar e solo e exposição a vetores ou substâncias. Os campos podem atuar de forma articulada diante de um mesmo problema.
Em arboviroses como dengue e chikungunya, a redução de recipientes que acumulam água interfere no ciclo do vetor. Isolamento da pessoa doente não interrompe a transmissão vetorial por contato direto; a prioridade é controlar o vetor e organizar vigilância, assistência e comunicação de risco. Não confunda vigilância epidemiológica com atendimento clínico: são funções complementares. A notificação e a investigação seguem as regras oficiais, e não se deve aguardar confirmação laboratorial quando a norma prevê notificação de suspeita.
Base legal: Guia de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde; Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS), Resolução CNS nº 588/2018, arts. 2º e 3º
12.3.2 Epidemiologia: estudos e indicadores de saúde
Epidemiologia estuda a distribuição e os determinantes dos eventos relacionados à saúde em populações, aplicando esse conhecimento ao controle de problemas de saúde. Seus métodos ajudam a descrever a situação, investigar causas e avaliar intervenções.
No estudo transversal, exposição e desfecho são observados em um recorte temporal; é útil para estimar prevalência, mas tem limitações para estabelecer a sequência temporal. No estudo de coorte, pessoas definidas por exposição são acompanhadas para observar a ocorrência do desfecho. No caso-controle, parte-se de pessoas com e sem desfecho e investigam-se exposições anteriores. Estudos ecológicos comparam grupos ou populações, não necessariamente indivíduos. Ensaios clínicos avaliam intervenções atribuídas aos participantes, com randomização quando prevista no delineamento.
Indicadores resumem aspectos da saúde e dos serviços. Incidência mede casos novos em uma população sob risco durante período definido; prevalência considera casos existentes em determinado momento ou período. Mortalidade relaciona óbitos à população, enquanto letalidade expressa a proporção de óbitos entre pessoas com a doença. A interpretação exige numerador, denominador, período e população de referência claros. Uma associação observada não prova, sozinha, causalidade. No problema da prova, acompanhar pessoas expostas ao longo do tempo para verificar novos casos caracteriza coorte.
Base legal: Guia de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde; Indicadores básicos para a saúde no Brasil: conceitos e aplicações, RIPSA
Esquema
Delineamentos epidemiológicos
Estudos epidemiológicos
Transversal
Observa exposição e desfecho em um recorte temporal.
Coorte
Acompanha pessoas definidas por exposição.
Caso-controle
Parte do desfecho e investiga exposição anterior.
Ecológico
Compara grupos ou populações.
Exercício comentado
Como a banca cobrouoficial · EBSERH 2026
Durante uma investigação de surto de hepatite A em uma comunidade ribeirinha, a equipe de vigilância epidemiológica optou por realizar um estudo no qual todos os indivíduos expostos à água contaminada foram acompanhados ao longo de seis meses para verificar quem desenvolveria a doença. Considerando os tipos de estudos epidemiológicos, o delineamento adotado foi o
- A)estudo transversal.
- B)estudo ecológico.
- C)estudo de coorte.
- D)estudo caso-controle.
- E)ensaio clínico randomizado.
Resposta: C
Conceito: Estudo de coorte acompanha pessoas agrupadas segundo exposição para observar a ocorrência posterior de desfechos.
Raciocínio: A investigação parte de pessoas expostas à água contaminada e as acompanha por seis meses para identificar quem adoece. Há exposição definida e seguimento temporal; isso caracteriza coorte. Gabarito: alternativa C.
Pegadinha: O sentido temporal é decisivo: exposição primeiro, ocorrência da doença observada depois.
Base: Ministério da Saúde, materiais de epidemiologia e investigação de surtos: delineamento de coorte e seguimento de expostos.
12.3.3 Sistemas de informação em saúde
Os sistemas de informação em saúde coletam e organizam dados para apoiar vigilância, planejamento, gestão e avaliação.
Dado registrado não é automaticamente informação útil: é preciso verificar qualidade, completude, oportunidade, consistência e contexto. A equipe deve registrar corretamente os atendimentos e agravos nos instrumentos e sistemas aplicáveis, respeitando os fluxos definidos.
O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) apoia o registro e a investigação de agravos de notificação. O Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) reúne dados de óbitos; o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc) reúne dados de nascimentos. O e-SUS APS apoia a gestão da informação da Atenção Primária. Cada sistema tem finalidade e fonte próprias; não confunda notificação de agravo com registro de produção assistencial.
A informação deve retornar ao território em forma de análise e ação. Por exemplo, registros de casos e investigação permitem detectar mudanças, planejar busca ativa e avaliar medidas de controle. No contexto da saúde indígena, o SIASI organiza informações no âmbito dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), conforme a organização da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas. Dados pessoais exigem proteção e acesso compatível com a finalidade do cuidado e da vigilância.
Base legal: Guia de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde; Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas
12.3.4 Doenças transmissíveis e não transmissíveis
Doenças transmissíveis decorrem de agentes infecciosos ou parasitários e podem se propagar por diferentes vias: respiratória, fecal-oral, sexual, sanguínea, vetorial ou outras.
A prevenção depende da via e do agente: vacinação, saneamento, higiene, controle de vetores, diagnóstico e tratamento oportunos e medidas de precaução podem ser indicados. Dengue e chikungunya são transmitidas principalmente por mosquitos vetores; eliminar criadouros reduz oportunidades de reprodução do vetor. Antibióticos não tratam infecções virais.
Doenças e agravos não transmissíveis incluem condições crônicas e lesões que não passam diretamente de uma pessoa para outra. Fatores de risco podem ser comportamentais, ambientais, sociais e metabólicos. Prevenção e cuidado exigem ações individuais e coletivas, continuidade na Atenção Básica e enfrentamento dos determinantes sociais.
Doenças de transmissão hídrica e alimentar podem surgir após consumo de água ou alimentos contaminados. A investigação combina dados clínicos, epidemiológicos e laboratoriais; amostras e exames dependem das hipóteses e da orientação técnica. Suspeita de surto requer comunicação e investigação conforme os protocolos, sem reduzir o trabalho a esperar confirmação laboratorial. Em doenças imunopreveníveis, a vacinação protege indivíduos e, quando há cobertura adequada, pode reduzir a circulação do agente e proteger indiretamente pessoas suscetíveis. Imunidade coletiva não substitui a vacinação indicada para cada pessoa.
Base legal: Guia de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde; Calendário Nacional de Vacinação, Ministério da Saúde
Pegadinha da banca
Coorte acompanha exposição
Se o enunciado identifica expostos e os acompanha para observar novos desfechos, pense em estudo de coorte. Caso-controle começa pela condição de desfecho.
Pegadinha da banca
Incidência não é prevalência
Incidência considera casos novos. Prevalência considera casos existentes. Confira o período e o denominador antes de interpretar o indicador.
Atenção
Suspeita e notificação
A notificação pode ser exigida a partir da suspeita. Consulte a lista e o prazo vigentes para o agravo; não espere confirmação quando a regra determina comunicação imediata.
12.4 Exemplo resolvido
Em uma comunidade, a vigilância observa aumento de gastroenterite entre pessoas que participaram de um evento. Qual é a conduta inicial mais apropriada? A) Aguardar uma semana para verificar se os casos desaparecem. B) Investigar a distribuição dos casos e exposições comuns, notificar conforme as regras e coletar amostras indicadas. C) Prescrever antibiótico preventivo a todos os participantes. D) Considerar que a causa é viral antes da investigação. E) Encerrar o atendimento e encaminhar todos os envolvidos ao hospital.
- A concentração de casos após um evento sugere uma possível fonte comum e exige investigação epidemiológica oportuna.
- A equipe deve caracterizar casos e exposições, comunicar e notificar de acordo com as regras vigentes e avaliar coleta laboratorial indicada.
- Não se presume agente etiológico nem se indica antibiótico preventivo sem avaliação técnica.
Resposta: B) Investigar a distribuição dos casos e exposições comuns, notificar conforme as regras e coletar amostras indicadas.
12.5 Fixação
Questões inéditas, no estilo da banca.
F1inédita
Uma equipe orienta moradores a eliminar recipientes que acumulam água e a manter caixas-d'água tampadas para reduzir a ocorrência de dengue. Qual mecanismo explica a utilidade dessas medidas?
- A)Elas destroem diretamente o vírus da dengue que circula no sangue das pessoas infectadas.
- B)Elas tratam a infecção em pessoas sintomáticas e evitam complicações clínicas da doença.
- C)Elas reduzem a exposição ao vetor ao interromper condições favoráveis à reprodução do mosquito transmissor.
- D)Elas impedem a transmissão da dengue por contato próximo entre pessoas no domicílio.
- E)Elas tornam desnecessária a vigilância de casos após a redução dos criadouros domésticos.
F2inédita
A vigilância municipal acompanha a qualidade da água para consumo e investiga possíveis exposições a contaminantes. Qual campo da vigilância em saúde tem foco mais direto nessa atividade?
- A)Vigilância de mortalidade, dedicada a contar óbitos associados à contaminação hídrica.
- B)Vigilância ambiental em saúde, que identifica e monitora fatores ambientais com impacto na saúde humana.
- C)Vigilância sanitária, limitada à fiscalização de medicamentos em estabelecimentos comerciais.
- D)Vigilância de serviços hospitalares, responsável por autorizar todas as análises de água.
- E)Vigilância epidemiológica, voltada apenas à assistência dos pacientes com sintomas.
F3inédita
Um relatório informa que 18% dos moradores estavam com asma diagnosticada em uma data específica. Que medida de frequência esse percentual representa?
- A)Mortalidade específica por asma entre os moradores do município.
- B)Prevalência de asma na população no momento de referência.
- C)Letalidade por asma entre todas as pessoas que receberam o diagnóstico.
- D)Taxa de ataque, calculada somente entre os expostos a um surto recente.
- E)Incidência acumulada de asma durante todo o período de acompanhamento.
F4inédita
Um serviço precisa analisar o número de óbitos por causa e município e comparar esses registros entre períodos. Qual sistema de informação é a fonte nacional específica para dados de mortalidade?
- A)Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM).
- B)Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc).
- C)Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS).
- D)Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS).
- E)Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).
F5inédita
Uma pessoa relata perda de peso não intencional, tosse persistente e contato domiciliar com alguém em tratamento de tuberculose. Qual conduta inicial da equipe contribui para o controle desse agravo transmissível?
- A)Registrar a situação apenas como doença crônica não transmissível até haver internação.
- B)Prescrever antibiótico por telefone sem avaliação, para evitar a investigação de contatos.
- C)Restringir a avaliação ao contato domiciliar e não investigar a pessoa sintomática.
- D)Avaliar prontamente a suspeita, organizar investigação diagnóstica e adotar as medidas de vigilância indicadas.
- E)Orientar a pessoa a aguardar a piora dos sintomas antes de retornar ao serviço.
12.6 Questões da banca
Questões oficiais de provas anteriores, com a fonte.
Q1oficial · PREF/SALVADOR/BA 2026
A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Salvador intensificou as estratégias de prevenção, monitoramento e assistência diante do aumento de casos de arboviroses registrado nas últimas semanas na capital baiana. Dados parciais da Vigilância Epidemiológica, referentes até a 20ª Semana Epidemiológica de 2026 (22/06), ainda sob consolidação, apontam crescimento de casos prováveis de dengue e chikungunya em relação ao mesmo período do ano passado. https://salvador.ba.gov.br/ Considerando as características epidemiológicas dessas doenças e as medidas de prevenção relacionadas à sua transmissão, assinale a afirmativa correta.
- A)A eliminação de recipientes que acumulam água contribui para a redução da transmissão de dengue e chikungunya, pois interfere no ciclo de desenvolvimento do mosquito vetor.
- B)A aplicação do soro imunológico constitui a principal medida de prevenção da transmissão de dengue e chikungunya, pois impede que o mosquito adquira os vírus ao picar pessoas infectadas.
- C)O isolamento dos indivíduos diagnosticados com dengue e chikungunya interrompe a transmissão das doenças, pois impede a transmissão por contato direto entre pessoas infectadas e suscetíveis.
- D)O tratamento dos reservatórios de água com produtos químicos elimina os vírus responsáveis pelas arboviroses presentes nesses locais e, por isso, constitui uma medida de controle da transmissão.
- E)A utilização de antibióticos pelos indivíduos infectados reduz a circulação dos vírus causadores de dengue e chikungunya e contribui para o controle da transmissão.
Q2oficial · PREF. BOA VISTA 25 SAUDE 2025
O Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (SIASI), que integra a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, tem como objetivos a coleta, o processamento e a análise de informações para o acompanhamento da saúde das comunidades indígenas. Os dados disponibilizados no SIASI são agrupados de acordo com
- A)os estados em que residem as comunidades indígenas.
- B)as casas de saúde indígena que atendem cada comunidade.
- C)os respectivos distritos sanitários especiais indígenas.
- D)os serviços de atenção secundária e terciária à saúde buscados por cada comunidade.
- E)os municípios em que residem as comunidades indígenas.
Q3oficial · MP/ES 2026
As Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar (DTHAs) são geradas pela ingestão de água e/ou de alimentos contaminados, podendo ser causadas por bactérias e suas toxinas, vírus, parasitas intestinais oportunistas ou substâncias químicas. Sobre esse tema e os procedimentos para sua avaliação, analise as afirmativas a seguir. I. É considerado surto de DTHA quando duas ou mais pessoas apresentam doença ou sinais e sintomas semelhantes após ingerirem alimentos e/ou água da mesma origem, normalmente em um mesmo local. Para doenças de alta gravidade, como Botulismo e Cólera, a confirmação de apenas um caso já é considerado surto. II. O quadro clínico visto nas DTHA varia de acordo com o agente etiológico envolvido, podendo ocorrer também afecções extraintestinais em diferentes órgãos e sistemas manifestando-se nos rins (Síndrome Hemolítico-Urêmica), no sistema nervoso central (botulismo e toxoplasmose), ou resultando em condições como a má formação congênita (toxoplasmose), dentre outras. III. O diagnóstico das DTHA é feito por exames laboratoriais (clínicos e bromatológicos), realizados de acordo com as possíveis hipóteses feitas na investigação epidemiológica. O principal material das amostras clínicas são as fezes (swab em meio de transporte Cary-Blair e in natura), porém a depender da hipótese diagnóstica também poderão ser coletadas amostras de sangue, urina, entre outros.
- A)I, apenas.
- B)III, apenas.
- C)I e II, apenas.
- D)I e III, apenas.
- E)I, II e III.
Q4oficial · PREF/MACAE/RJ 2026
Lactente de 5 meses, sexo masculino, previamente hígido, é levado à unidade de saúde com febre alta e exantema maculopapular difuso. O responsável relata que os sintomas se iniciaram quatro dias antes, com tosse, coriza e conjuntivite evoluindo com elevação da febre e surgimento de “manchinhas vermelhas” na face e pescoço que, rapidamente, se espalharam para o resto do corpo. A criança apresenta calendário vacinal atualizado conforme a idade. Considerando a hipótese diagnóstica principal, em relação às medidas de vigilância em saúde pública, assinale a afirmativa
- A)A notificação deve aguardar a confirmação laboratorial, com a investigação epidemiológica iniciada apenas após a definição diagnóstica, a fim de evitar sobrecarga do sistema de vigilância e custos desnecessários decorrentes da investigação de casos não confirmados.
- B)A notificação deve ser imediata, com início concomitante da investigação epidemiológica, incluindo a busca ativa de casos, a identificação e o monitoramento de contatos, a implementação de bloqueio vacinal e a adoção de medidas de comunicação de risco e de educação em saúde.
- C)A investigação epidemiológica deve priorizar contatos que estejam sintomáticos com manifestações clínicas compatíveis, podendo a avaliação de indivíduos contactantes assintomáticos ser postergada, dada a menor probabilidade de transmissão na ausência de sintomas respiratórios.
- D)As ações de comunicação de risco devem ser preferencialmente centralizadas em nível federal, a fim de garantir uniformidade de mensagens institucionais, devendo-se evitar intervenções locais descentralizadas que possam gerar interpretações divergentes e potencial alarme coletivo.
- E)As ações de educação em saúde devem ser implementadas de forma gradual e direcionadas aos grupos de maior risco, podendo ser postergadas na comunidade até a confirmação definitiva do caso, a fim de evitar mobilização desnecessária de recursos e desgaste das estratégias de vigilância.
Q5oficial · SEDUC/SP 2026
Durante a investigação de um surto de sarampo em uma comunidade com cobertura vacinal inferior à meta preconizada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), observou-se que alguns indivíduos não vacinados permaneceram protegidos devido à elevada proporção de pessoas imunizadas na população. Considerando os princípios imunológicos relacionados às estratégias de vacinação e ao controle das doenças imunopreveníveis, assinale a alternativa correta.
- A)A proteção observada nos indivíduos não vacinados é explicada pela imunidade passiva artificial adquirida por meio do contato indireto com indivíduos imunizados.
- B)A proteção dos indivíduos suscetíveis decorre da imunidade coletiva, que reduz a circulação do agente infeccioso na população.
- C)A imunidade coletiva ocorre exclusivamente em doenças transmitidas por vetores, sendo irrelevante para doenças de transmissão respiratória.
- D)A vacinação promove proteção individual, mas não interfere na dinâmica de transmissão dos agentes infecciosos na comunidade.
- E)A imunidade coletiva elimina a necessidade de vacinação dos grupos populacionais mais vulneráveis, desde que parte da população esteja imunizada.
Q6oficial · ALE/AM 2025
Durante uma ação de vigilância, a equipe de saúde realizou o acompanhamento dos contatos domiciliares de um paciente recentemente diagnosticado com hanseníase multibacilar. Os familiares relatam que conviviam com o paciente diariamente antes da confirmação da doença. Com base nas recomendações do Ministério da Saúde acerca da imunoprofilaxia e do monitoramento dessas pessoas, é correto afirmar que
- A)o exame clínico é restrito aos contatos que apresentem lesões aparentes ou diminuição da sensibilidade, sendo dispensável para os assintomáticos.
- B)recomenda-se aplicar a vacina BCG apenas nas crianças menores de 5 anos, independentemente do histórico vacinal anterior, e monitorar os demais.
- C)o acompanhamento dos contatos deve ocorrer apenas após o término do tratamento do caso índice, para evitar resultados falso-positivos.
- D)a vacina BCG deve ser administrada a todos os contatos, inclusive os que já receberam duas doses documentadas anteriormente.
- E)recomenda-se ofertar imunoprofilaxia aos contatos maiores de um ano de idade, não vacinados ou que receberam apenas uma dose da vacina BCG.
Q7oficial · TRT24 2025
Relacione as investigações de surtos e inquéritos epidemiológicos listados a seguir às suas respectivas definições. 1. Caso 2. Evento 3. Surto 4. Agravo ( ) Qualquer dano à integridade física, mental e social dos indivíduos provocado por circunstâncias nocivas, como acidentes, intoxicações, abuso de drogas. ( ) Pessoa ou animal infectado ou doente apresentando características clínicas, laboratoriais e/ou epidemiológicas específicas. ( ) Manifestação de doença ou uma ocorrência que apresente potencial para causar doença. ( ) Situação em que há aumento acima do esperado na ocorrência de doença em uma área ou entre um grupo específico de pessoas, em determinado período. Assinale a opção que indica a relação correta, segundo a ordem apresentada.
- A)1 – 2 – 3 – 4.
- B)1 – 2 – 4 – 3.
- C)2 – 1 – 3 – 4.
- D)4 – 1 – 2 – 3.
- E)4 – 3 – 2 – 1.
Q8oficial · PREF/CANAA DOS CARAJAS/PA 2025
A avaliação é uma ferramenta de gestão que tem caráter subsidiário ao planejamento e deve ser incorporada às práticas dos serviços de saúde com o objetivo de auxiliar na tomada de decisões. As opções a seguir referem-se ao monitoramento e à avaliação dos serviços desenvolvidos na Atenção Básica, à exceção de uma. Assinale-a.
- A)O Sistema de Informação Ambulatorial do SUS (SIA/SUS) é um instrumento de monitoramento dos procedimentos realizados pelas Unidades de Saúde.
- B)O Sistema de Informações da Atenção Básica (SIAB) permite o conhecimento da população acompanhada e é de preenchimento obrigatório.
- C)O Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) possui informações sobre os estabelecimentos de saúde, profissionais e equipes de saúde da família.
- D)Os municípios podem criar, de acordo com as suas necessidades, ferramentas além do SIA/SUS, SIAB e CNES para a avaliação detalhada das suas equipes de saúde.
- E)A alimentação regular dos Sistemas de Informação do Ministério da Saúde é facultativa para os municípios, uma vez que ela pode ser substituída por ferramentas próprias.
12.7 Gabarito comentado
P1inédita · pré-testeResposta: C
- B: Investigar casos e contatos integra a vigilância epidemiológica.
- D: Medir novos casos é atividade de análise epidemiológica, não inspeção sanitária.
- A: Consolidar óbitos e estimar mortalidade são usos de informação epidemiológica.
- E: A relação de fatores ambientais e vetores se vincula à vigilância ambiental.
P2inédita · pré-testeResposta: B
- A: Prevalência conta casos existentes, novos e antigos, em período ou ponto definido.
- C: Mortalidade proporcional usa óbitos, não casos novos entre pessoas sob risco.
- E: Letalidade mede óbitos entre os casos da doença, dado ausente no enunciado.
- D: Sobrevida acompanha o tempo até um desfecho e não corresponde à contagem de casos novos.
P3inédita · pré-testeResposta: C
- B: O Sinasc registra informações sobre nascidos vivos.
- E: O SIM registra óbitos e suas causas, não notificações de agravos em geral.
- D: O SIH/SUS reúne informações de internações financiadas pelo SUS.
- A: O SIA/SUS registra produção e atendimentos ambulatoriais do SUS.
F1inéditaResposta: C
- A: A medida ambiental não elimina vírus que já circulam no organismo de uma pessoa.
- D: A transmissão da dengue não ocorre por contato direto comum entre pessoas.
- E: Controle de criadouros não substitui notificação e vigilância epidemiológica.
- B: Eliminar criadouros é prevenção coletiva, não tratamento clínico de pessoas doentes.
F2inéditaResposta: B
- E: A vigilância epidemiológica não se limita à assistência e não é o foco específico do monitoramento ambiental descrito.
- C: A vigilância sanitária tem escopo amplo, mas a alternativa a restringe indevidamente a medicamentos e não identifica o foco ambiental.
- D: Não há uma categoria geral de vigilância hospitalar que detenha essa atribuição exclusiva.
- A: Contabilizar óbitos não corresponde ao monitoramento preventivo da qualidade da água.
F3inéditaResposta: B
- E: Incidência considera casos novos ao longo de um período, e não todos os casos existentes em uma data.
- D: Taxa de ataque é medida de incidência em contexto de surto, não a proporção de casos existentes descrita.
- C: Letalidade relaciona óbitos aos casos, e o enunciado não apresenta óbitos.
- A: Mortalidade específica requer óbitos pela causa em relação à população, não pessoas com diagnóstico.
F4inéditaResposta: A
- E: O Sinan registra agravos de notificação, não é o sistema específico de mortalidade.
- B: O Sinasc reúne informações de nascidos vivos, não óbitos.
- D: O SIH/SUS registra internações hospitalares financiadas pelo SUS; não substitui a declaração de óbito.
- C: O SIOPS registra informações orçamentárias e financeiras em saúde.
F5inéditaResposta: D
- E: Esperar piora posterga o diagnóstico e pode prolongar transmissão e adoecimento.
- B: Prescrição sem avaliação e diagnóstico não substitui a investigação clínica e laboratorial.
- C: Ignora justamente a pessoa sintomática, que também requer avaliação.
- A: Classifica incorretamente como não transmissível e condiciona a investigação à internação.
Q1oficialResposta: A
- B: A alternativa B confunde soro com prevenção coletiva: não há soro que impeça o mosquito de adquirir os vírus ao picar uma pessoa infectada.
- C: A alternativa C supõe transmissão direta entre pessoas. A transmissão habitual ocorre pela picada do vetor infectado, não pelo contato casual.
- D: A alternativa D atribui a reservatórios de água a presença dos vírus e propõe eliminá-los ali. O controle do criadouro visa impedir o desenvolvimento do mosquito; água de consumo deve ser tratada para segurança, não por esse mecanismo.
- E: A alternativa E erra porque antibióticos não agem contra vírus e não são medida de controle da transmissão dessas arboviroses.
Fonte: PREF/SALVADOR/BA 2026 — prova em conhecimento.fgv.br
Q2oficialResposta: C
- A: A alternativa A usa a divisão estadual, que não é a unidade territorial de organização indicada para o SIASI.
- B: A alternativa B confunde uma unidade de apoio, a Casa de Saúde Indígena, com o distrito sanitário que estrutura a informação.
- D: A alternativa D restringe os dados a serviços de maior complexidade e não corresponde à organização territorial do sistema.
- E: A alternativa E reduz o agrupamento ao município, embora os DSEI possam abranger territórios que não coincidem com limites municipais.
Fonte: PREF. BOA VISTA 25 SAUDE (2025) — prova em cdn.cebraspe.org.br
Q3oficialResposta: E
- A: A alternativa A exclui indevidamente as afirmativas II e III, ambas compatíveis com a avaliação das DTHA.
- B: A alternativa B exclui as afirmativas I e II, que descrevem corretamente a definição de surto e possíveis manifestações.
- C: A alternativa C exclui a afirmativa III, embora amostras e exames sejam definidos conforme a investigação epidemiológica.
- D: A alternativa D exclui a afirmativa II, mas DTHA pode ter manifestações fora do trato gastrointestinal.
Fonte: MP/ES 2026 — prova em conhecimento.fgv.br
Q4oficialResposta: B
- A: A alternativa A posterga a notificação até o laboratório, atrasando a resposta a uma doença de elevada transmissibilidade.
- C: A alternativa C ignora contatos assintomáticos, que podem estar em incubação e precisam ser avaliados conforme protocolo.
- D: A alternativa D centraliza indevidamente a comunicação. A resposta precisa envolver os níveis locais de saúde e a comunidade.
- E: A alternativa E adia educação e comunicação até confirmação; ações de vigilância e orientação devem começar diante da suspeita.
Fonte: PREF/MACAE/RJ 2026 — prova em conhecimento.fgv.br
Q5oficialResposta: B
- A: A alternativa A confunde imunidade coletiva com imunidade passiva artificial, que envolve anticorpos recebidos por imunoglobulina ou produto equivalente.
- C: A alternativa C restringe incorretamente o fenômeno a doenças vetoriais; ele também se aplica a doenças transmissíveis entre pessoas, como sarampo.
- D: A alternativa D ignora o efeito populacional da vacinação na redução da transmissão.
- E: A alternativa E transforma proteção coletiva em justificativa para dispensar vacina. A imunidade coletiva depende de cobertura e não substitui a proteção direta recomendada aos vulneráveis.
Fonte: SEDUC/SP 2026 — prova em conhecimento.fgv.br
Q6oficialResposta: E
- A: A alternativa A restringe o exame aos sintomáticos, embora a avaliação dos contatos assintomáticos seja essencial para detectar precocemente a doença.
- B: A alternativa B cria limite etário e ignora o histórico vacinal; a conduta depende da idade elegível e das doses anteriores.
- C: A alternativa C posterga o acompanhamento até o fim do tratamento, quando a avaliação deve ocorrer no contato com os serviços de saúde.
- D: A alternativa D recomenda dose indiscriminada mesmo após duas doses registradas, contrariando a conduta baseada no histórico vacinal.
Fonte: ALE/AM 2025 — prova em conhecimento.fgv.br
Q7oficialResposta: D
- A: A alternativa A inicia por caso, mas a primeira definição é agravo; a associação das quatro definições fica deslocada.
- B: A alternativa B também atribui caso à primeira definição e não preserva a correspondência correta de evento e surto.
- C: A alternativa C começa por evento, embora a primeira descrição seja agravo, e troca as demais correspondências.
- E: A alternativa E inicia com agravo corretamente, mas associa a descrição de caso a surto e troca evento/caso na sequência.
Fonte: TRT24 2025 — prova em conhecimento.fgv.br
Q8oficialResposta: E
- A: A alternativa A reconhece o SIA/SUS como fonte de informações sobre produção ambulatorial, embora não seja o único instrumento de monitoramento.
- B: A alternativa B descreve a finalidade histórica do SIAB. A implantação do e-SUS AB/SISAB substituiu o SIAB como estratégia nacional; portanto, a frase é desatualizada se interpretada como sistema nacional atualmente vigente.
- C: A alternativa C descreve corretamente o CNES como cadastro de estabelecimentos e recursos humanos, incluindo equipes.
- D: A alternativa D permite instrumentos locais adicionais, o que não os torna substitutos dos sistemas nacionais obrigatórios.
Fonte: PREF/CANAA DOS CARAJAS/PA 2025 — prova em conhecimento.fgv.br
12.8 Revisão relâmpago e mapa de revisão
- A vigilância em saúde combina produção de informação e ação de prevenção e controle.
- A Atenção Básica participa da vigilância no território.
- Controle de criadouros reduz a reprodução do vetor da dengue e da chikungunya.
- Coorte acompanha grupos definidos por exposição para observar desfechos.
- Incidência trata de casos novos; prevalência, de casos existentes.
- SIM reúne dados de mortalidade e Sinasc, de nascidos vivos.
- O SIASI organiza informações no âmbito dos DSEI.
- Antibióticos não tratam infecções virais.
- Imunidade coletiva reduz circulação, mas não substitui vacinação indicada.
Mapa de revisão
Reveja este capítulo em 1, 7 e 30 dias.
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