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Conhecimentos Específicos – Professor – Pedagogia · Capítulo 14

Diretrizes Curriculares do Ensino MédioDiretrizes para Educação de Jovens e AdultosDiretrizes para Educação EspecialHistória da Educação no Brasil

Itens do edital:

  • 5. As diretrizes curriculares nacionais para o Ensino Médio.
  • 6. Diretrizes para Educação de Jovens e Adultos.
  • 7. Diretrizes para Educação Especial.
  • 8. História da Educação (Brasil).

14.1 Pré-teste

Responda antes de ler a teoria. O gabarito está no fim do capítulo.

P1inédita

Na elaboração do currículo do ensino médio, a equipe pretende articular componentes curriculares em áreas do conhecimento. Qual é a finalidade dessa organização segundo as diretrizes nacionais?

  1. A)Impedir projetos interdisciplinares para preservar a separação rígida entre áreas.
  2. B)Restringir o currículo a conteúdos úteis apenas para o ingresso imediato no mercado de trabalho.
  3. C)Substituir todo conhecimento disciplinar por atividades livres escolhidas sem orientação docente.
  4. D)Promover integração e contextualização das aprendizagens, sem eliminar os conhecimentos e componentes curriculares previstos.

P2inédita

Uma pessoa adulta que não concluiu a educação básica procura uma escola para retomar os estudos. Qual princípio orienta a oferta da EJA?

  1. A)A EJA é destinada somente a quem nunca frequentou escola e não pode atender quem teve escolarização interrompida.
  2. B)A matrícula na EJA elimina a necessidade de considerar a experiência de vida do estudante.
  3. C)A educação de jovens e adultos constitui instrumento para a educação e a aprendizagem ao longo da vida.
  4. D)A EJA deve reproduzir integralmente horários, metodologias e materiais da escolarização infantil.

P3inédita

Um estudante público-alvo da educação especial necessita de recursos de acessibilidade para acompanhar as aulas da turma. Qual é a função do Atendimento Educacional Especializado?

  1. A)Substituir a escolarização comum por atendimento exclusivo em sala separada.
  2. B)Complementar ou suplementar a formação do estudante, por meio de serviços e recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem barreiras.
  3. C)Dispensar o estudante de todo o currículo comum, sempre que houver necessidade de apoio.
  4. D)Transferir integralmente ao profissional do AEE a responsabilidade pela escolarização do estudante.

14.2 O que cai

  • 5. As diretrizes curriculares nacionais para o Ensino Médio.: 21 questões da banca, 2023–2026
  • 6. Diretrizes para Educação de Jovens e Adultos.: 21 questões da banca, 2021–2026
  • 7. Diretrizes para Educação Especial.: 327 questões da banca, 2021–2026
  • 8. História da Educação (Brasil).: 137 questões da banca, 2021–2026

14.3 Teoria

As diretrizes orientam currículo, inclusão e organização das modalidades de ensino. Conheça também marcos da história da educação brasileira e seus efeitos na escola contemporânea.

14.3.1 Diretrizes Curriculares do Ensino Médio

As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio orientam a organização pedagógica, a formação integral e a articulação entre formação geral básica e itinerários formativos.

A BNCC organiza aprendizagens por áreas: Linguagens e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. Linguagens analisa diferentes semioses e como se articulam na produção de sentidos. Matemática valoriza representações, argumentação e validação de raciocínios. Ciências da Natureza desenvolve pensamento científico e articula fenômenos naturais e sociais, sem reforçar dicotomia rígida. Ciências Humanas propõe investigar interpretações e evidências, não memorizar fatos como verdades incontroversas.

A Lei nº 14.945/2024 modificou a LDB e reestruturou a etapa. A formação geral básica é assegurada ao longo do Ensino Médio, e itinerários aprofundam áreas ou formação técnica e profissional conforme oferta e regras do sistema. A escolha do estudante importa, mas depende de opções efetivamente disponibilizadas pela rede; não há garantia automática de qualquer percurso em qualquer escola. A carga horária anual mínima é de 1.000 horas. A formação geral básica tem mínimo de 2.400 horas no conjunto do curso. No percurso de formação técnica e profissional, o mínimo de formação geral básica é de 2.100 horas; desse total, admite-se que até 300 horas sejam destinadas ao aprofundamento de conteúdos da BNCC diretamente relacionados à formação técnica profissional oferecida. Não confunda horas anuais com totais do curso.

O planejamento deve integrar competências e conhecimentos, considerar contexto local e assegurar equidade. Formação técnica pode compor itinerário, mas não autoriza substituir livremente a formação comum por conteúdos sem relação com a proposta curricular. Sistemas de ensino regulamentam implementação e transição. Consulte sempre a legislação atual, não reproduza automaticamente a estrutura anterior à reforma.

14.3.2 Diretrizes para Educação de Jovens e Adultos

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) destina-se a quem não teve acesso ou continuidade de estudos na idade própria.

É modalidade da educação básica, não ensino de menor valor. Deve considerar características, interesses e condições de vida e trabalho dos estudantes, articular-se preferencialmente à educação profissional e oferecer oportunidades adequadas de aprendizagem. Os sistemas definem organização, exames e cursos segundo as normas nacionais. A idade mínima para exames de conclusão e ingresso em cursos é estabelecida pela legislação educacional; não confunda oferta de EJA com certificação automática.

A proposta pedagógica valoriza saberes construídos no trabalho, na comunidade e na vida. Currículo, tempos e metodologias podem ser flexíveis, mas devem assegurar objetivos e aprendizagens essenciais. A avaliação acompanha o progresso e orienta apoio, sem tratar adultos como crianças ou reduzir o currículo a atividades descontextualizadas. A oferta pode ocorrer em regime presencial e, nos termos das normas aplicáveis, com organização apropriada à modalidade. A escola deve facilitar acesso e permanência, considerando jornadas de trabalho, responsabilidades familiares e diversidade cultural.

Na escolarização de pessoas surdas, a Libras, a língua portuguesa escrita e a diversidade de trajetórias linguísticas demandam planejamento e recursos adequados. Níveis didáticos de proficiência podem auxiliar a organização, mas não substituem avaliação individual e não devem cristalizar expectativas. Estudantes podem chegar à EJA com diferentes repertórios e histórias de acesso à Libras. O planejamento deve reconhecer identidade linguística e cultural, promover participação e ajustar apoio. Evite pressupor que todo estudante surdo tem o mesmo nível linguístico ou experiência escolar.

14.3.3 Diretrizes para Educação Especial

A Educação Especial é modalidade transversal que oferece recursos, serviços e estratégias para remover barreiras e favorecer acesso, participação e aprendizagem.

O estudante com deficiência, transtorno do espectro autista ou altas habilidades/superdotação deve ter assegurada a escolarização em classe comum, com apoios necessários. Atendimento Educacional Especializado (AEE) identifica e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade; tem caráter complementar ou suplementar, não substitui matrícula nem atividades curriculares comuns. A escola planeja em colaboração entre professor da classe, AEE, família e demais profissionais, conforme necessidade.

Inclusão não significa exigir que o estudante faça tudo sem adaptação, nem dispensá-lo das aprendizagens. A equipe pode ajustar materiais, comunicação, tempo, formas de participação e avaliação, preservando objetivos educacionais e participação coletiva. Encaminhar para atividade separada como regra ou atribuir toda responsabilidade ao AEE enfraquece a inclusão. A acessibilidade inclui recursos de comunicação, tecnologia assistiva e estratégias compatíveis com necessidades sensoriais e cognitivas.

Pessoas surdocegas podem usar formas de comunicação distintas, escolhidas conforme perfil e contexto. Escrita na mão traça letras em área tátil; Tadoma percebe movimentos e vibrações da fala pelo contato das mãos no rosto e pescoço do interlocutor; comunicação social háptica transmite informações contextuais por toques convencionados; fala ampliada dirige fala articulada e audível, aproveitando resíduos auditivos. Não se deve impor um único sistema. A escola consulta o estudante e os profissionais qualificados, garante guia-interpretação quando necessário e verifica se a comunicação assegura acesso real à informação e participação.

14.3.4 História da Educação no Brasil

A história da educação brasileira reflete disputas sobre quem tem direito à escolarização, quais conhecimentos são valorizados e qual projeto de sociedade a escola atende.

No período colonial, a educação formal esteve ligada à ação dos jesuítas e à catequese, com acesso profundamente desigual. Após a expulsão dos jesuítas no século XVIII, reformas estatais buscaram reorganizar o ensino, mas não produziram acesso universal. No Império, a Constituição de 1824 reconheceu instrução primária gratuita, sem assegurar sua efetivação ampla. A República ampliou sistemas e debates, mantendo fortes desigualdades regionais e sociais.

No século XX, o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova defendeu escola pública, laica, gratuita e obrigatória, influenciando debates sobre sistema nacional. A expansão escolar avançou, mas o acesso e a permanência continuaram desiguais. Durante o regime militar, reformas reorganizaram níveis e profissionalização; a redemocratização retomou gestão democrática e direito universal à educação. A Constituição de 1988 consolidou educação como direito de todos e dever do Estado e da família. A LDB de 1996 estruturou a educação nacional e definiu níveis e modalidades.

Ao analisar políticas educacionais, relacione contexto histórico, legislação, financiamento, formação docente e movimentos sociais. Evite narrativas lineares de progresso: expansão de matrículas não elimina desigualdade de qualidade, exclusão ou disputa curricular. A história também inclui resistência de povos indígenas, população negra, movimentos de educação popular e iniciativas comunitárias. As reformas contemporâneas devem ser compreendidas por seus objetivos declarados e efeitos concretos, não apenas por seus textos legais.

Pegadinha da banca

AEE não substitui a classe comum

O atendimento organiza apoio e acessibilidade; não afasta o estudante do currículo comum.

Pegadinha da banca

Itinerário depende da oferta

A escolha é orientada, mas não cria direito a percurso que a rede não disponibiliza.

Atenção

Mudança no Ensino Médio

A Lei nº 14.945/2024 alterou a organização curricular e deve prevalecer sobre modelos antigos.

14.4 Exemplo resolvido

Uma escola organiza para estudante com deficiência atividades do AEE no contraturno e adapta materiais para sua participação nas aulas comuns. O AEE substitui a escolarização da classe comum? A) Sim, sempre que houver necessidade de apoio. B) Sim, se a família consentir. C) Não; o AEE complementa ou suplementa a formação e não substitui a classe comum. D) Não, pois o estudante não pode receber AEE.

  1. O AEE organiza recursos e estratégias de acessibilidade para apoiar a escolarização.
  2. Seu caráter é complementar ou suplementar, não substitutivo das atividades curriculares comuns.
  3. A adaptação favorece participação do estudante na classe comum.

Resposta: C) Não; o AEE complementa ou suplementa a formação e não substitui a classe comum.

14.5 Fixação

Questões inéditas, no estilo da banca.

F1inédita

No período colonial, qual característica marcou a atuação educacional da Companhia de Jesus no Brasil?

  1. A)A substituição da ação missionária por uma rede estatal de ensino laico em todo o território.
  2. B)A organização de colégios e da catequese como parte central da ação missionária jesuítica.
  3. C)A implantação de universidades autônomas com acesso igualitário para indígenas e colonos.
  4. D)A criação de um sistema universal, público e gratuito de ensino obrigatório para toda a população.

F2inédita

Ao organizar uma turma de EJA, a escola considera que estudantes trabalhadores têm horários e trajetórias escolares variados. Qual decisão pedagógica é mais coerente com as diretrizes da modalidade?

  1. A)Impor calendário e estratégias idênticos aos de crianças, sem considerar condições de vida dos estudantes.
  2. B)Condicionar a matrícula à comprovação de emprego formal em horário integral.
  3. C)Planejar uma oferta adequada às características, interesses, condições de vida e de trabalho dos jovens e adultos.
  4. D)Impedir aproveitamento de saberes prévios para que todos iniciem no mesmo nível formal.

F3inédita

Uma escola recebe um estudante com deficiência e identifica barreiras na comunicação e no acesso aos materiais. Qual providência corresponde à perspectiva inclusiva?

  1. A)Encaminhar imediatamente o estudante para classe separada, sem avaliar as barreiras do ambiente.
  2. B)Aguardar que o estudante fracasse para então avaliar algum recurso de apoio.
  3. C)Exigir que o estudante se adapte sem apoio à organização já existente.
  4. D)Planejar acessibilidade e apoios necessários, articulando a atuação docente e os serviços de educação especial para garantir participação e aprendizagem.

F4inédita
Após a Lei nº 14.945/2024, uma rede define a oferta do ensino médio e considera que a organização curricular integra formação geral básica e itinerários formativos. Qual providência está de acordo com as diretrizes nacionais?

  1. A)Planejar os itinerários em coerência com as áreas do conhecimento e as possibilidades de oferta do sistema, preservando a formação geral básica prevista na LDB.
  1. B)Determinar que todos os estudantes sigam um único itinerário nacional, sem considerar a oferta local.
  2. C)Tratar os itinerários como atividades extracurriculares sem relação com a organização curricular.
  3. D)Permitir que cada escola elimine por completo um campo de conhecimento da formação geral básica.

14.6 Questões da banca

Questões oficiais de provas anteriores, com a fonte.

Q1oficial · ALE/RO 2026
Analise as afirmativas a seguir sobre os itinerários formativos do Ensino Médio, conforme a Base Nacional Comum Curricular. I. Nas Linguagens e suas Tecnologias, a análise dos elementos que compõem os enunciados ocorre por meio do reconhecimento das diferentes semioses e de sua articulação na construção de significados. II. Na Matemática e suas Tecnologias, a aprendizagem ocorre por meio de validações coletivas e do uso de diferentes representações, o que permite ao estudante compreender seu raciocínio e articulá-lo ao justificar conceitos e soluções. III. Nas Ciências da Natureza e suas Tecnologias, o desenvolvimento do pensamento científico envolve aprendizagens específicas voltadas à aplicação em diferentes contextos, reforçando a dicotomia entre natureza e sociedade. IV. Nas Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, o aprofundamento do conhecimento foca na assimilação de conteúdos e informações consolidadas e confiáveis sobre fatos, apresentadas como verdades históricas incontroversas. Estão corretos os itens

  1. A)I e II, apenas.
  2. B)III e IV, apenas
  3. C)I, II e III, apenas.
  4. D)II, III e IV, apenas.
  5. E)I, II, III e IV.

Q2oficial · PREF/SALVADOR/BA 2026
Ao planejar as aulas de Educação Física, o professor propôs que os alunos de Educação Especial participassem das aulas comuns apenas quando conseguissem realizar as mesmas tarefas, com as mesmas regras e os mesmos recursos utilizados pelos demais alunos. Não sendo possível, seriam então encaminhados a atividades separadas, sob responsabilidade exclusiva do Atendimento Educacional Especializado. Considerando a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (Decreto nº 12.686/2025 e alterações), assinale a afirmativa correta.

  1. A)O Atendimento Educacional Especializado deve substituir as atividades curriculares comuns por outras quando o estudante necessita de adaptações pedagógicas.
  1. B)A Educação Especial deve oferecer recursos, apoios e adaptações de forma transversal, favorecendo a participação e a aprendizagem dos estudantes nas aulas comuns.
  2. C)A escola deve manter os estudantes nas aulas comuns, mas pode dispensá-los das aprendizagens previstas no currículo sempre que houver dificuldades de participação.
  3. D)A participação nas classes comuns depende da capacidade do aluno de acompanhar integralmente o planejamento elaborado para a turma.
  4. E)O professor do Atendimento Educacional Especializado deve elaborar as adaptações e encaminhá-las ao professor da aula comum, que as aplicará diretamente na atividade.

Q3oficial · SEED SE 25 PROFESSOR 2025
Texto base: O professor de biologia aplicou uma atividade na qual solicitava aos estudantes a descrição de propriedades emergentes, conceito central para a compreensão da complexidade dos sistemas vivos. Na avaliação dessa atividade, o professor deverá considerar correta, por exemplo, uma resposta que indique como uma propriedade emergente no contexto biológico A a manutenção invariável das funções biológicas independentemente da escala hierárquica. B a soma das atividades metabólicas isoladas de cada organela celular. C a repetição de padrões estruturais idênticos em cada nível de organização. D o aumento proporcional da massa quando moléculas se associam para formar polímeros. E a capacidade de um tecido realizar funções que não são observadas em células individuais.

Assinale a opção que corresponde a uma competência específica de ciências da natureza e suas tecnologias para o ensino médio, de acordo com a BNCC.

  1. A)comparar animais e organizá-los em grupos com base em características externas comuns (presença de penas, pelos, escamas, bico, garras, antenas, patas etc.)
  1. B)analisar e construir cadeias alimentares simples, reconhecendo a posição ocupada pelos seres vivos nessas cadeias e o papel do Sol como fonte primária de energia na produção de alimentos
  2. C)comparar características físicas entre os colegas, reconhecendo a diversidade e a importância da valorização, do acolhimento e do respeito às diferenças
  3. D)analisar e utilizar interpretações sobre a dinâmica da vida, da Terra e do cosmos para elaborar argumentos, realizar previsões sobre o funcionamento e a evolução dos seres vivos e do Universo, e fundamentar e defender decisões éticas e responsáveis
  4. E)localizar, nomear e representar graficamente (por meio de desenhos) partes do corpo humano e explicar suas funções

Q4oficial · SEDUC/SP 2026
Em uma turma do 1º ano do Ensino Fundamental, um aluno com deficiência intelectual está em processo de alfabetização. Ele reconhece algumas letras, participa das rodas de leitura e demonstra interesse pelas atividades, mas precisa de mais tempo, mediações e materiais de apoio para acompanhar as propostas da turma. Durante uma reunião, parte da equipe escolar sugere que ele passe a realizar, na maior parte do tempo, atividades separadas em outro espaço, com tarefas mais simples, pois acreditam que isso seria “mais adequado” às suas necessidades. A professora do Atendimento Educacional Especializado (AEE), porém, defende que o estudante continue frequentando a classe comum, junto aos colegas, recebendo os apoios necessários para participar das atividades de alfabetização, sem que o AEE substitua o ensino regular. Considerando os princípios da educação inclusiva e a função do AEE, assinale a opção que interpreta corretamente a situação apresentada.

  1. A)A escola deve priorizar o atendimento separado, pois alunos com deficiência intelectual precisam de uma educação diferente, distante da rotina da turma comum.
  1. B)O aluno pode permanecer matriculado na classe comum, mas deve realizar atividades mais simples e sem relação com o conteúdo trabalhado pelos colegas.
  2. C)O aluno deve permanecer na classe comum, com apoio pedagógico e AEE complementar, assegurando sua participação nas atividades e sua aprendizagem.
  3. D)O Atendimento Educacional Especializado deve substituir as atividades de alfabetização da sala regular, pois é nele que o aluno com deficiência intelectual realmente aprende.
  4. E)A inclusão ocorre quando o aluno está apenas matriculado na escola, mesmo que participe pouco das atividades coletivas da turma.

Q5oficial · PREF/VITORIA/ES 2024
Na elaboração de uma proposta curricular para o ensino de Libras para alunos surdos é importante compreender o nível de proficiência, ou os níveis de ensino, mesmo sabendo que em sala de aula convivem alunos surdos com diferentes níveis de competência linguística, vindos de contextos comunicativos, culturais e sociais diversos, assim como em níveis escolares diferentes, como Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos. Relacione os níveis de ensino que, apenas didaticamente, correspondem aos três níveis de proficiência em Libras com as descrições a seguir. 1. Neste nível, enquadram-se os alunos surdos que tiveram contato com a Libras desde pequeno, os adolescentes surdos que estudam em escolas de ouvinte, mas mantêm contato frequente com surdos adultos ou também adultos surdos da Educação de Jovens e Adultos, proficientes em Libras. 2. Neste nível enquadram-se tanto os alunos surdos da Educação Infantil, que estão ainda não tem conhecimento de Libras, quanto adolescentes e jovens surdos que iniciam tardiamente sua escolarização no Ensino Fundamental ou na Educação de Jovens e Adultos, considerando objetivos, conteúdos, critérios e forma de avaliação diferenciados, de acordo com a faixa etária. 3. Neste nível enquadram-se os alunos surdos adultos que reconhecem a Libras como a língua que expressa sua identidade cultural, buscando conhecê-la mais profundamente, assim como a história e a cultura surda. ( ) Básico ( ) Intermediário ( ) Avançado A relação correta, na ordem apresentada, é:

  1. A)2 – 3 – 1.
  2. B)2 – 1 – 3.
  3. C)3 – 1 – 2.
  4. D)3 – 2 – 1.
  5. E)2 – 2 – 3.

Q6oficial · ALE/AM 2025
As pessoas com surdocegueira podem apresentar diferentes graus de perda auditiva e visual, o que exige o uso de sistema de comunicação adaptados às suas condições sensoriais e cognitivas. Esses sistemas favorecem a interação, o acesso à informação e a participação social. Relacione os sistemas de comunicação utilizados por pessoas surdocegas com suas características principais. 1. Escrita com o dedo 2. Tadoma 3. Comunicação social háptica 4. Fala ampliada ( ) Desenho das letras do alfabeto convencional na palma da mão, braço ou outra área sensível do corpo da pessoa surdocega, permitindo a percepção tátil das palavras. ( ) Toques corpóreos realizados em locais como costas, ombros ou outras partes do corpo sensíveis ao toque, usados para transmitir informações suplementares, como emoções, descrições ou contextos sociais, que complementam a mensagem principal. ( ) O guia-intérprete reproduz a mensagem do interlocutor próxima ao ouvido da pessoa surdocega, de modo pausado e articulado, aproveitando eventual resíduos auditivos. ( ) A pessoa surdocega posiciona as mãos sobre o queixo, lábios e garganta do interlocutor para perceber vibrações e movimentos articulatórios da fala, permitindo a compreensão da mensagem oral. Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.

  1. A)1 – 2 – 4 – 3.
  2. B)2 – 1 – 3 – 4.
  3. C)1 – 3 – 4 – 2.
  4. D)1 – 2 – 3 – 4.
  5. E)3 – 1 – 2 – 4.

14.7 Gabarito comentado

P1inédita · pré-testeResposta: D

Conceito: A organização por áreas favorece integração e contextualização curricular, preservando os objetivos de aprendizagem e as normas vigentes.
Raciocínio: As áreas articulam conhecimentos e competências; não autorizam suprimir a formação comum nem converter o currículo em escolha sem orientação.
Por que as outras estão erradas:
  • C: A organização curricular exige intencionalidade pedagógica e orientação docente.
  • B: A educação média tem finalidades amplas, não apenas a inserção imediata no trabalho.
  • A: As diretrizes promovem articulação e integração, não isolamento obrigatório das áreas.
Pegadinha: Integração entre áreas não significa ausência de conhecimentos estruturados.
Base: Resolução CNE/CEB nº 3/2018, que atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, observada a LDB com redação vigente.
Questão irmã: Um projeto interdisciplinar pode articular conhecimentos de diferentes áreas? Gabarito: Sim, desde que respeite as aprendizagens e a organização curricular previstas nas normas.

P2inédita · pré-testeResposta: C

Conceito: A EJA atende quem não teve acesso ou continuidade de estudos na idade própria e integra a educação ao longo da vida.
Raciocínio: A modalidade permite retomar ou iniciar a escolarização e deve considerar as características e experiências dos estudantes jovens e adultos.
Por que as outras estão erradas:
  • A: A modalidade também contempla pessoas cuja continuidade escolar foi interrompida.
  • D: A organização deve adequar-se às necessidades e características do público jovem e adulto.
  • B: A experiência e as condições de vida do estudante são relevantes no planejamento pedagógico.
Pegadinha: EJA não se limita a alfabetização inicial nem é mera reprodução do ensino infantil.
Base: Lei nº 9.394/1996, arts. 37 e 38; Resolução CNE/CEB nº 1/2021.
Questão irmã: A EJA pode acolher quem já estudou, mas não concluiu a educação básica? Gabarito: Sim; atende quem não teve acesso ou continuidade de estudos na idade própria.

P3inédita · pré-testeResposta: B

Conceito: O AEE complementa ou suplementa a formação e não substitui a escolarização na classe comum.
Raciocínio: O atendimento organiza recursos e estratégias para reduzir barreiras e apoiar participação e aprendizagem, mantendo o vínculo com a escolarização comum.
Por que as outras estão erradas:
  • A: O AEE não substitui o ensino regular por escolarização segregada.
  • C: A necessidade de apoio não implica dispensa automática do currículo.
  • D: A escolarização é responsabilidade da escola e dos profissionais envolvidos, não exclusiva do AEE.
Pegadinha: AEE é apoio complementar ou suplementar, não substitutivo.
Base: Decreto nº 12.686/2025, com alterações do Decreto nº 12.773/2025; Lei nº 9.394/1996, art. 58, § 1º.
Questão irmã: O estudante que recebe AEE deixa de frequentar a classe comum? Gabarito: Não; o AEE não substitui a escolarização comum.

F1inéditaResposta: B

Conceito: A educação jesuítica colonial articulou catequese e ensino em colégios voltados à ação missionária.
Raciocínio: A Companhia de Jesus atuou na catequese e na formação escolar, sem implantar educação universal e gratuita para toda a população colonial.
Por que as outras estão erradas:
  • D: Não existia sistema universal de escolarização obrigatória no período colonial.
  • C: A alternativa atribui ao período colonial instituições e igualdade de acesso que não caracterizaram a ação jesuítica.
  • A: A ação jesuítica precedeu a organização de um sistema estatal laico nacional.
Pegadinha: Não projetar sobre a Colônia características de sistemas públicos contemporâneos.
Base: História da educação brasileira: atuação da Companhia de Jesus no período colonial; Ratio Studiorum (1599).
Questão irmã: Qual era um objetivo central da educação jesuítica na Colônia? Gabarito: A catequese, articulada ao ensino organizado nos colégios da Companhia de Jesus.

F2inéditaResposta: C

Conceito: A oferta de EJA deve adequar-se às necessidades e disponibilidades dos estudantes, considerando suas condições de vida e trabalho.
Raciocínio: As diretrizes reconhecem as especificidades do público e orientam organização flexível e contextualizada. Não se exige emprego formal nem se descartam conhecimentos prévios.
Por que as outras estão erradas:
  • A: A reprodução inflexível da organização infantil desconsidera as especificidades da EJA.
  • D: Desconsiderar saberes prévios contraria uma abordagem contextualizada e adequada aos estudantes.
  • B: Emprego formal não é requisito legal de acesso à EJA.
Pegadinha: Adequação às condições do estudante não significa reduzir o direito à aprendizagem.
Base: Lei nº 9.394/1996, art. 37, § 1º; Resolução CNE/CEB nº 1/2021.
Questão irmã: O planejamento da EJA deve considerar as condições de trabalho dos estudantes? Gabarito: Sim; a oferta deve adequar-se às características, interesses e condições de vida e trabalho do público.

F3inéditaResposta: D

Conceito: A educação inclusiva enfrenta barreiras e provê apoios para assegurar acesso, participação e aprendizagem.
Raciocínio: A escola identifica barreiras e organiza acessibilidade e apoios, com articulação entre os profissionais, evitando responsabilizar o estudante ou segregá-lo como primeira resposta.
Por que as outras estão erradas:
  • C: A inclusão exige remover barreiras, não impor adaptação unilateral ao estudante.
  • B: A espera por fracasso posterga apoios e compromete o direito à participação.
  • A: A segregação automática ignora a obrigação de oferecer apoios e avaliar barreiras no contexto comum.
Pegadinha: A deficiência não justifica negar participação sem antes identificar e remover barreiras.
Base: Lei nº 13.146/2015, arts. 27 e 28; Decreto nº 12.686/2025, com alterações do Decreto nº 12.773/2025.
Questão irmã: O que a escola deve fazer diante de uma barreira de comunicação? Gabarito: Disponibilizar recursos de acessibilidade e apoios adequados para permitir participação e aprendizagem.

F4inéditaResposta: A

Conceito: O ensino médio articula formação geral básica e itinerários formativos, conforme a LDB e as diretrizes curriculares vigentes.
Raciocínio: A rede planeja a oferta em consonância com a estrutura legal, com itinerários relacionados às áreas e condições do sistema, sem eliminar a formação geral básica.
Por que as outras estão erradas:
  • D: A escola não pode eliminar campos obrigatórios da formação geral básica por decisão própria.
  • C: Os itinerários integram a organização curricular, não são necessariamente extracurriculares.
  • B: A oferta deve observar as regras de organização e as condições do sistema, não impor um percurso único nacional.
Pegadinha: A lei de 2024 modificou a estrutura anterior; considere a redação vigente e sua implementação normativa.
Base: Lei nº 9.394/1996, arts. 35-B, 35-C e 36, com redação dada pela Lei nº 14.945/2024; Resolução CNE/CEB nº 3/2018, observadas as normas de atualização aplicáveis.
Questão irmã: Os itinerários formativos podem substituir a totalidade da formação geral básica? Gabarito: Não; ambos compõem a organização curricular prevista na LDB vigente.

Q1oficialResposta: A

Conceito: A BNCC do Ensino Médio desenvolve competências por área sem separar natureza e sociedade nem tratar fatos históricos como verdades incontroversas.
Raciocínio: I descreve análise de semioses e produção de sentido; II trata de validação coletiva e representações matemáticas. III é falsa porque a ciência considera relações entre natureza e sociedade. IV é falsa porque a área promove análise crítica, não assimilação de verdades históricas incontestáveis. Corretas I e II: A.
Por que as outras estão erradas:
  • B: III e IV são falsas.
  • C: Inclui III, que reforça dicotomia que a BNCC não propõe.
  • D: Inclui III e IV, ambas falsas.
  • E: Inclui as afirmativas III e IV, incompatíveis com a abordagem da BNCC.
Pegadinha: Desconfie de formulações absolutas como dicotomia natureza-sociedade e verdades históricas incontroversas.
Base: Resolução CNE/CEB nº 3/2018 e Base Nacional Comum Curricular, etapa do Ensino Médio.
Questão irmã: A BNCC de Ciências Humanas trata interpretações históricas como verdades imutáveis? Gabarito: Não; valoriza análise crítica e contextualização.

Fonte: ALE/RO 2026 — prova em conhecimento.fgv.br

Q2oficialResposta: B

Conceito: A educação especial é modalidade transversal, com apoios e recursos para eliminar barreiras e garantir participação na classe comum.
Raciocínio: A alternativa B contempla recursos, apoios e adaptações que permitem aprendizagem e participação conjunta. O AEE complementa ou suplementa a escolarização, sem substituir o currículo comum.
Por que as outras estão erradas:
  • A: AEE não substitui escolarização nem atividades curriculares comuns.
  • C: Dificuldade não autoriza dispensar o estudante dos objetivos de aprendizagem; exigem-se apoios e acessibilidade.
  • D: A participação não depende de acompanhar sem adaptações o plano originalmente elaborado.
  • E: AEE e professor da classe comum atuam colaborativamente; a responsabilidade não se reduz a encaminhar adaptações prontas.
Pegadinha: Inclusão não condiciona matrícula e participação à capacidade de acompanhar tarefas idênticas sem apoio.
Base: Decreto nº 12.686/2025, com alterações vigentes; Lei nº 9.394/1996, arts. 58 e 59.
Questão irmã: O AEE substitui a escolarização na classe comum? Gabarito: Não; oferece apoio complementar ou suplementar.

Fonte: PREF/SALVADOR/BA 2026 — prova em conhecimento.fgv.br

Q3oficialResposta: D

Conceito: Propriedades emergentes surgem das interações entre componentes e não são observadas nos componentes isolados.
Raciocínio: Um tecido pode realizar funções que células individuais não realizam isoladamente, como propriedade emergente. Isso corresponde à alternativa E.
Por que as outras estão erradas:
  • A: Funções biológicas variam conforme níveis de organização; não são invariáveis à escala.
  • B: A propriedade emergente não é mera soma de atividades isoladas.
  • C: Não se exige repetição idêntica de estruturas em todos os níveis.
Pegadinha: Emergência envolve organização e interação, não apenas aumento de tamanho ou soma.
Base: Biologia: níveis de organização e propriedades emergentes dos sistemas vivos; BNCC, Ciências da Natureza e suas Tecnologias.
Questão irmã: Uma propriedade emergente pode ser prevista apenas somando características dos componentes isolados? Gabarito: Não necessariamente; ela resulta das interações e organização do sistema.

Fonte: SEED SE 25 PROFESSOR (2025) — prova em cdn.cebraspe.org.br

Q4oficialResposta: C

Conceito: O AEE complementa ou suplementa a formação do estudante com deficiência e não substitui sua escolarização na classe comum.
Raciocínio: A alternativa C mantém o aluno com os colegas e prevê apoio pedagógico e AEE complementar para assegurar participação e aprendizagem.
Por que as outras estão erradas:
  • A: Segregação não é a resposta à necessidade de apoio; a classe comum deve ser acessível.
  • B: Atividades simplificadas sem relação com o currículo podem excluir o estudante das aprendizagens comuns.
  • D: AEE não substitui alfabetização e ensino regular.
  • E: Matrícula formal sem participação não satisfaz o princípio de inclusão.
Pegadinha: AEE ocorre articulado à classe comum; não é espaço para deslocar o ensino principal.
Base: Lei nº 9.394/1996, arts. 58 e 59; Resolução CNE/CEB nº 4/2009.
Questão irmã: O AEE substitui a participação do estudante com deficiência na turma comum? Gabarito: Não; o atendimento é complementar ou suplementar.

Fonte: SEDUC/SP 2026 — prova em conhecimento.fgv.br

Q5oficialResposta: B

Conceito: A classificação didática apresentada distingue níveis básico, intermediário e avançado segundo a proficiência e o percurso linguístico em Libras.
Raciocínio: A descrição 2 corresponde ao básico, pois trata de quem inicia contato com a Libras; a descrição 1, ao intermediário, para quem tem contato e já apresenta proficiência; a descrição 3, ao avançado, com aprofundamento linguístico e cultural. Ordem 2–1–3: B.
Por que as outras estão erradas:
  • A: Atribui o nível avançado à descrição 2 e intermediário à descrição 3.
  • C: Coloca a descrição 3 no básico, embora indique aprofundamento.
  • D: Troca básico e avançado em relação às descrições.
  • E: Repete nível básico para duas descrições e não corresponde ao perfil de proficiência.
Pegadinha: Os níveis são didáticos, não uma classificação fixa de valor ou capacidade do estudante.
Base: Orientações curriculares para o ensino de Libras como L1 a estudantes surdos; Lei nº 10.436/2002 e Decreto nº 5.626/2005.
Questão irmã: Quem inicia tardiamente o contato e a escolarização em Libras se enquadra em qual nível didático? Gabarito: Básico.

Fonte: PREF/VITORIA/ES 2024 — prova em conhecimento.fgv.br

Q6oficialResposta: C

Conceito: Pessoas surdocegas podem usar sistemas táteis e auditivos adaptados, como escrita na mão, comunicação háptica, fala ampliada e Tadoma.
Raciocínio: Escrita na palma é 1; toques suplementares em costas e ombros são comunicação social háptica, 3; fala próxima e articulada aproveitando resíduo auditivo é fala ampliada, 4; percepção tátil de movimentos da fala é Tadoma, 2. Sequência 1–3–4–2: C.
Por que as outras estão erradas:
  • A: Troca Tadoma e comunicação háptica nas descrições segunda e quarta.
  • B: A primeira descrição é escrita com dedo, não Tadoma.
  • D: Atribui Tadoma à descrição háptica e troca as descrições intermediárias.
  • E: A primeira descrição é escrita com dedo, não comunicação háptica.
Pegadinha: Tadoma usa mãos para perceber articulação e vibrações; comunicação háptica transmite sinais suplementares por toques corporais.
Base: Orientações de atendimento educacional especializado e comunicação para pessoas com surdocegueira; Lei nº 13.146/2015.
Questão irmã: Qual sistema permite perceber tátilmente movimentos articulatórios do interlocutor? Gabarito: Tadoma.

Fonte: ALE/AM 2025 — prova em conhecimento.fgv.br

14.8 Revisão relâmpago e mapa de revisão

  • A BNCC do Ensino Médio organiza aprendizagens em quatro áreas do conhecimento.
  • Itinerários aprofundam áreas ou formação técnica conforme oferta e regras do sistema.
  • A EJA atende quem não teve acesso ou continuidade escolar na idade própria.
  • A EJA considera trajetórias e condições de vida e trabalho dos estudantes.
  • O AEE é complementar ou suplementar, nunca substituto da classe comum.
  • Adaptações devem favorecer participação e aprendizagem, não retirar objetivos sem motivo.
  • Tadoma usa percepção tátil dos movimentos e vibrações da fala.
  • Comunicação social háptica transmite informações contextuais por toques convencionados.
  • A Constituição de 1988 reconhece a educação como direito de todos.
  • A expansão de matrículas não elimina desigualdades educacionais.

Mapa de revisão

Reveja este capítulo em 1, 7 e 30 dias.

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